Publicado 17/09/2025 06:16

Mónica García defende o enfoque da segurança dos cuidados de saúde em crianças e recém-nascidos para evitar danos ao longo da vida

A Ministra da Saúde, Mónica García, discursa na abertura da conferência 'Prevenção Integral do Suicídio: território e comunidade', na sede do Ministério, em 10 de setembro de 2025, em Madri (Espanha). A primeira mesa redonda da conferência foi aberta em 1
A. Pérez Meca - Europa Press

MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, defendeu o trabalho para garantir a segurança do atendimento ao paciente desde o início da vida, dando atenção especial à segurança de crianças e recém-nascidos, pois "um único incidente" durante esse estágio pode ter "consequências para a vida, a saúde e o desenvolvimento".

Foi o que ele disse na quarta-feira, durante a inauguração da conferência 'Cuidados seguros em neonatologia e pediatria', realizada pelo Ministério da Saúde para coincidir com o Dia Mundial da Segurança do Paciente, que este ano se concentrou na defesa de cuidados seguros e de qualidade desde o início da vida.

Nesse contexto, García se uniu à Organização Mundial da Saúde (OMS) e a todas as organizações internacionais para pedir que sejam adotadas "medidas urgentes" para eliminar os danos evitáveis na assistência pediátrica e neonatal, enfatizando que no Sistema Nacional de Saúde (NHS) a segurança dos menores é "um dos pilares fundamentais".

"A segurança do paciente, não preciso dizer, é um dos pilares fundamentais do nosso sistema de saúde e é uma dimensão essencial da qualidade do atendimento que prestamos aos nossos pacientes", enfatizou García.

O Ministro da Saúde garantiu que todos os profissionais de saúde estão cientes de que "o sucesso de uma operação pode ser arruinado por um incidente" e que a segurança do paciente é um "requisito" em sua rotina diária: "A identificação correta do paciente, a comunicação entre os profissionais, a segurança no uso de anestésicos, a notificação de incidentes, a lista de verificação cirúrgica".

ESTRATÉGIA DE SEGURANÇA DO PACIENTE

A esse respeito, ele destacou a recente aprovação da Estratégia de Segurança do Paciente 2025-2035 pelo Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde (CISNS), que ele convidou a adotar como uma estrutura de referência comum que busca avançar em direção a um modelo de saúde mais seguro e centrado nas pessoas.

"Com essa estratégia, queremos reforçar a segurança do paciente por meio de práticas muito específicas. Desde a prevenção de infecções associadas à assistência médica até o compromisso com o desafio da Organização Mundial da Saúde para o uso seguro de medicamentos. Também apoiamos os sistemas de notificação de incidentes para aprender com eles e promover o programa 'Not To Do', além de muitas outras ações baseadas em evidências científicas", disse ele.

Ao mesmo tempo, ele comentou sobre o progresso feito nos regulamentos, por meio da atualização do Decreto Real 1277/2003, que estabelece a base para a autorização de centros e serviços de saúde, o RD sobre radiodiagnóstico e o RD 391/2025, que estabelece os critérios de qualidade e segurança para unidades de radioterapia.

No entanto, ele garantiu que seu departamento continuará trabalhando para ampliar a Estratégia e melhorar a segurança do paciente. Nesse sentido, comentou que devem ser realizados estudos para conhecer em profundidade onde e por que esses incidentes ocorrem, a fim de preveni-los por meio de avanços tecnológicos e do conhecimento dos profissionais.

"Em suma, um Sistema Nacional de Saúde que almeja ser, evidentemente, universal, não pode se dar ao luxo de ter um único descuido na área de segurança do paciente, pois de que adiantaria garantir o atendimento universal sem garantir a qualidade do atendimento?

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado