Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 9 out. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde e líder do Más Madrid, Mónica García, atacou a presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, por enviar mulheres "para outros lugares para fazer abortos" e advertiu-a de que não permitirá que ela infrinja a lei.
Ele disse isso em suas redes sociais, anexando um vídeo da sessão de controle na Assembleia na quinta-feira, especificamente na pergunta de Más Madrid focada na interrupção voluntária da gravidez.
Nele, Ayuso disse que o registro de pessoas que se opõem ao aborto "põe em risco" artigos da Constituição espanhola e advertiu que não haverá "listas negras" na região. Isso não será apontado na Comunidade de Madri", disse ela. Então vá para outro lugar para fazer um aborto", concluiu a presidente.
García questionou "para onde exatamente" elas deveriam ir, se "para uma empresa privada para fazer negócios" ou "para Londres". "Não permitiremos que a lei seja violada, nem que os direitos das mulheres sofram retrocessos", insistiu.
Por fim, ela insistiu mais uma vez que seu Ministério usará "todas as ferramentas legais" para "garantir o aborto no sistema público de saúde". Na semana passada, o governo central deu a várias regiões autônomas, incluindo Madri, três meses para apresentar o registro mencionado acima.
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