Publicado 31/08/2026 06:30

Mónica García afirma que a vacinação em Ceuta começou na semana passada e espera agilizar o processo

Archivo - Arquivo - A ministra da Saúde, Mónica García, durante uma coletiva de imprensa para informar sobre as medidas de gestão pública adotadas, em 22 de julho de 2026, em Madri (Espanha). Mónica García comparece diante da imprensa após presidir a
Gustavo Valiente - Europa Press - Arquivo

MADRI 31 ago. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, afirmou que a vacinação das pessoas em Ceuta, como medida preventiva diante da crise migratória, teve início na semana passada e espera que o processo possa ser agilizado nos próximos dias.

“Não houve atrasos. Na semana passada já começamos a vacinar e espero que, nesta semana, possamos agilizar a vacinação”, afirmou a ministra da Saúde durante uma entrevista no programa ‘La Mirada Crítica’, da Telecinco, divulgada pela Europa Press.

Nesse contexto, a ministra explicou que as doses provêm de um “estoque” das comunidades autônomas e fazem parte do calendário de vacinação “normal”. Especificamente, a Comissão de Saúde Pública (CSP) aprovou o envio para Ceuta de até 45.000 doses de vacinas, das quais 15.000 são contra o sarampo, a rubéola e a varicela, 10.000 contra difteria e tétano, 10.000 contra varicela e 10.000 contra poliomielite.

Em seguida, ela ressaltou que os migrantes não trazem doenças, mas podem adoecer devido às condições de “insalubridade” e “superlotação”. “Por não poderem beber água potável, por não terem acesso a alimentos”, indicou.

Além disso, ressaltou que a sarna pode ser transmitida por essas condições de superlotação, ao mesmo tempo em que observou que não foi encontrado nenhum caso de tuberculose entre a população migrante.

Por outro lado, ele voltou a negar que tenha ocorrido um colapso na área da saúde em Ceuta, embora tenha esclarecido que isso não significa que o sistema de saúde da cidade autônoma não tenha sido sobrecarregado.

“Não há colapso, o que não significa que o sistema não tenha sido sobrecarregado nem que os profissionais não tenham tido que se empenhar a 120% para que, de fato, esse colapso não ocorresse. Mas a mensagem de colapso é uma mensagem que considero grave”, afirmou.

ESTATUTO-QUADRO

Por fim, questionada sobre as manifestações previstas para este outono contra o Estatuto-Quadro, García mostrou-se satisfeita por ter dado o “pontapé inicial” para a melhoria das condições de trabalho dos profissionais da saúde.

“Tenho orgulho de que isso tenha servido de alavanca para que as comunidades autônomas tomem medidas e comecem a melhorar as condições de trabalho nos aspectos que são de sua competência, como reforçar o quadro de funcionários e investir em nosso Sistema Nacional de Saúde”, destacou.

Assim, ela destacou que, graças ao impulso do Estatuto-Quadro, algumas comunidades chegaram a acordos “de acordo com o que diz o Estatuto-Quadro” para reduzir os plantões, a carga de atendimento e as horas de plantão, bem como para facilitar a conciliação familiar dos profissionais e melhorar suas condições de trabalho.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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