Publicado 15/05/2026 08:12

Mónica García afirma que o paciente internado no Hospital Gómez Ulla por hantavírus está “quase assintomático”

A ministra da Saúde, Mónica García, fala durante uma coletiva de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros, em 12 de maio de 2026, em Madri (Espanha). O Conselho de Ministros aprovou hoje o projeto de lei sobre a integridade do Sistema Nacional de
Carlos Luján - Europa Press

MADRID 15 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, informou nesta sexta-feira que o paciente espanhol internado por hantavírus no Hospital Central da Defesa Gómez Ulla, em Madri, apresenta evolução favorável e está “quase assintomático”.

“A evolução está sendo favorável, sempre com cautela, mas ontem o paciente estava quase assintomático, o que é uma boa notícia”, afirmou Mónica García durante uma entrevista no programa ‘La Hora de La 1’ da TVE, divulgada pela Europa Press.

Em seguida, a ministra da Saúde explicou que agora é preciso esperar que os sintomas desapareçam completamente, já que é nesse momento que se considera que existe um maior risco de transmissão do vírus. "Este cidadão receberá um tratamento diferente, um protocolo distinto dos 13 espanhóis que estão em quarentena", acrescentou.

Justamente, em relação aos 13 espanhóis que continuam em quarentena no Hospital Gómez Ulla, García destacou que na próxima segunda-feira será realizado um novo teste PCR, sete dias após o primeiro. A partir de então, se o resultado for negativo, eles poderão sair dos quartos, utilizar as áreas comuns e receber visitas de familiares.

“A partir daí, será realizado um teste PCR semanal até completar os 28 dias de quarentena. Se todos os resultados forem negativos, poderemos avaliar se a quarentena continua em casa ou no hospital”, indicou.

Quanto à possibilidade de a quarentena continuar nos domicílios, a ministra afirmou que essa decisão será tomada “sempre sob avaliação das autoridades sanitárias, da Saúde Pública, do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias e do Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês)”. "Há muitos olhos voltados para esses casos e seus contatos. Eles estariam sob o controle e o acompanhamento de todas as autoridades", afirmou.

Por outro lado, García destacou que a evacuação dos passageiros do 'MV Hondius' foi um "sucesso compartilhado", já que o Governo teve que se coordenar com a OMS, o ECDC e todos os governos regionais.

“Temos que nos orgulhar como país, em primeiro lugar porque a OMS confiou em nós, e o fez porque temos todas as capacidades para assumir essa operação, como demonstramos. E, em segundo lugar, acredito que também devemos nos orgulhar de nossos servidores públicos”, declarou.

GOSTARIA DE TER VISTO CLAVIJO NO CAI

Em seguida, a ministra da Saúde repreendeu a “tentativa de boicote” para impedir o andamento da operação, ao considerar que o presidente das Canárias, Fernando Clavijo, dispunha de todas as informações necessárias. Além disso, lamentou sua ausência no cais durante a evacuação. “Gostaria de ter tido o senhor Clavijo apoiando as decisões que tomávamos de forma coordenada”, assinalou.

Por fim, ao ser questionada sobre sua possível candidatura a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) em substituição a Tedros Adhanom Ghebreyesus, García assegurou: “Para mim, basta ser ministra da Saúde e membro do Conselho Executivo da OMS”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado