Publicado 21/08/2026 16:06

O ministro da Justiça do Marrocos reivindica o “direito histórico” sobre Ceuta e Melilha

31 de julho de 2026, Madri, Espanha: A bandeira marroquina hasteada na fachada do Consulado Geral do Reino de Marrocos em Madri.
Europa Press/Contacto/David Canales

MADRID 21 ago. (EUROPA PRESS) -

O ministro da Justiça de Marrocos, Abdellatif Ouahbi, voltou a defender nesta sexta-feira os “direitos históricos e geográficos” do país magrebino sobre as cidades autônomas de Ceuta e Melilla e apostou em um “espaço de diálogo” para tratar do assunto com as autoridades espanholas.

“Defenderemos nossos direitos históricos e geográficos, bem como as vias de diálogo sobre essa questão”, afirmou ele em entrevista concedida ao canal de televisão público 2M, na qual reivindicou “encontrar uma solução definitiva” para o status atual de Ceuta e Melilla.

O ministro da Justiça defendeu, a esse respeito, o estabelecimento de um “espaço de diálogo” com as autoridades espanholas para tratar da “questão” das duas localidades mencionadas, alegando que “não é possível manter silêncio a esse respeito, nem pelo bem do futuro nem pelo bem do presente”.

Essas declarações surgem três semanas após a crise migratória provocada pela entrada irregular de 72 mil migrantes em Ceuta pela fronteira com o Marrocos. A maioria já foi repatriada, e o governo trabalha agora para atender aos menores desacompanhados que entraram na cidade autônoma.

Nesse sentido, Ouahbi voltou a instar o governo espanhol a entregar “todos” os menores de nacionalidade marroquina que permanecem na cidade autônoma.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado