Publicado 13/04/2026 13:04

O Ministério da Saúde e os sindicatos do setor criam a Comissão de Acompanhamento do acordo sobre o Estatuto-Quadro

Archivo - Arquivo - A ministra da Saúde, Mónica García, dá uma entrevista coletiva após uma reunião com sindicatos dos Serviços de Saúde, no Ministério da Saúde, em 26 de janeiro de 2026, em Madri (Espanha). García se reuniu com organizações
Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo

MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Saúde e os sindicatos do Ámbito de Negociação SATSE-FSES, FSS-CCOO, UGT e CSIF constituíram nesta segunda-feira a Comissão de Acompanhamento do acordo alcançado em janeiro passado para impulsionar a tramitação do anteprojeto de lei do Estatuto-Quadro.

Segundo informaram os sindicatos, a reunião realizada com o Ministério da Saúde marca o início de uma “fase decisiva” para incentivar o processo legislativo e para que os profissionais do Sistema Nacional de Saúde (SNS) possam se beneficiar o mais rápido possível de melhorias em aspectos como jornada de trabalho, aposentadoria, direitos trabalhistas, conciliação entre vida profissional e pessoal ou carreira profissional.

Nesse sentido, SATSE-FSES, FSS-CCOO, UGT e CSIF instaram os responsáveis do Ministério da Saúde a continuar trabalhando para que a reforma do Estatuto-Quadro se torne realidade o mais rápido possível e possam começar a ser implementadas as mais de 100 melhorias previstas nessa norma.

Durante o encontro, foi abordada a revisão das remunerações básicas (salário-base e trienais) com base no novo modelo de classificação profissional acordado no projeto de Estatuto. Assim, deu-se início a um processo de negociação que se desenvolverá paralelamente à tramitação da lei.

Este processo de negociação visa estabelecer uma correspondência adequada entre os diferentes grupos de classificação e suas remunerações básicas correspondentes, de modo que não possam ser mantidas estruturas remuneratórias “obsoletas”.

Os sindicatos explicaram que essa adequação deve ter como referência uma ordenação completa e coerente dos grupos de classificação, baseada no reconhecimento expresso da responsabilidade inerente à atividade, bem como nas exigências de formação e, quando for o caso, na especialização exigida para determinadas categorias.

Por sua vez, o Ministério da Saúde informou os sindicatos sobre o estado atual do processo prévio necessário para que o anteprojeto de lei seja aprovado pelo Conselho de Ministros e possa iniciar sua tramitação parlamentar no Congresso dos Deputados.

Paralelamente às reuniões com o Ministério da Saúde, SATSE-FSES, FSS-CCOO, UGT e CSIF continuam com sua agenda de assembleias em hospitais de toda a Espanha para informar sobre o conteúdo da norma, bem como com contatos com os grupos políticos do Congresso dos Deputados.

As organizações sindicais enfatizaram que, “diante de atitudes obstrucionistas baseadas em interesses particulares e não gerais”, mantêm sua vontade de criar um novo cenário laboral de melhorias e avanços para os profissionais, o que, por sua vez, resultará em uma melhor assistência à população.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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