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MADRID 15 maio (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde e a Ordem dos Médicos (OMC) iniciaram uma linha de trabalho para reforçar o sistema de homologação, após o reconhecimento de mais de 30.000 diplomas de Medicina até 2025.
Durante uma reunião de trabalho, o presidente da Organização Médica Colegial (OMC), Tomás Cobo, transmitiu ao diretor-geral de Ordenação Profissional do Ministério da Saúde, Miguel Ángel Mañez, sua preocupação com as 30.000 homologações e expôs as propostas da corporação para reforçar o sistema e garantir a qualidade da assistência e a segurança clínica.
A OMC defendeu a implantação de uma Avaliação Clínica Objetiva e Estruturada (ECOE) para os profissionais que não tenham realizado esse exame em seu país de origem, equiparando assim os padrões aos exigidos dos graduados das faculdades de Medicina na Espanha.
Por sua vez, o diretor-geral de Ordenação Profissional informou que o Ministério da Saúde iniciou um estudo com as comunidades autônomas para conhecer o número real de médicos nessa situação, incluindo dados específicos sobre sua situação laboral e profissional no âmbito do Sistema Nacional de Saúde, com o objetivo de dispor de um panorama preciso do cenário atual. Ambas as partes concordaram com a necessidade de continuar avançando de forma coordenada neste âmbito.
Como próximos passos, a OMC manterá uma reunião com o Ministério da Ciência, Inovação e Universidades, que será seguida por um novo encontro conjunto com ambos os ministérios para continuar desenvolvendo este trabalho.
A proposta da OMC visa passar de uma homologação exclusivamente administrativa para uma homologação clínica reforçada, que certifique que todos os médicos que exercem a profissão na Espanha possuam as competências clínicas mínimas exigíveis para garantir as maiores garantias tanto aos pacientes quanto aos profissionais, preservar a qualidade da assistência e alinhar o modelo espanhol aos padrões europeus.
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