Publicado 05/05/2026 06:39

O Ministério da Saúde lembra que a higiene das mãos previne a transmissão de microrganismos e infecções dentro do hospital

Archivo - Arquivo - Primeiro plano de uma mulher higienizando as mãos em casa. Gel hidroalcoólico.
DRAZEN ZIGIC/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 5 maio (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Saúde lembrou, por ocasião do Dia Mundial da Higiene das Mãos, comemorado em 5 de maio, que a higiene das mãos é uma “intervenção fundamental, simples e eficaz” para reduzir a transmissão de microrganismos, incluindo os multirresistentes, e, dessa forma, combater todos os tipos de infecções que possam ocorrer dentro dos hospitais.

Dessa forma, o Ministério da Saúde aderiu a este dia mundial promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que em 2026 é comemorado sob o lema “A ação salva vidas”, iniciativa internacional que destaca a importância de reforçar a prevenção e o controle de infecções em todos os âmbitos da assistência médica.

As infecções associadas à assistência à saúde são aquelas que os pacientes contraem durante o atendimento em hospitais e outros centros de saúde, e continuam representando um “desafio relevante para a segurança do paciente”. De fato, de acordo com o estudo publicado na Eurosurveillance em fevereiro de 2026, esse tipo de infecção é responsável por 3,2% das mortes que ocorrem em hospitais, o que se traduz em 6.774 óbitos anuais.

Além disso, elas afetam 7,5% dos pacientes hospitalizados, o que evidencia seu impacto em termos de saúde pública e qualidade da assistência.

Os indicadores mais recentes do Programa de Higiene das Mãos do Sistema Nacional de Saúde situam a adesão em cerca de 61% na prática de higiene das mãos e no uso de soluções hidroalcoólicas, o que reflete uma evolução positiva, embora “ainda com margem para melhorias”, conforme afirmado pelo Ministério.

Nesse contexto, ao longo de 2026, estão trabalhando na atualização desses indicadores, cuja coleta está prevista a partir de 2027, com o objetivo de melhorar a qualidade e a comparabilidade dos dados.

No âmbito desta campanha, o Ministério da Saúde, em consonância com as recomendações da Estratégia de Segurança do Paciente do SNS 2025-2035, tem como objetivo reforçar a responsabilidade individual e coletiva dos profissionais de saúde em cada ato de atendimento. Além disso, foram distribuídos cartazes específicos nos centros de saúde para lembrar que o uso de luvas não substitui, em hipótese alguma, a higiene correta das mãos.

O Ministério da Saúde continua, da mesma forma, colaborando “estreitamente” com as comunidades autônomas, os centros de saúde, as sociedades científicas e os profissionais para consolidar essa prática segura, colocando à sua disposição informações técnicas, materiais de campanha e formação prática por meio de cursos autoguiados de higiene das mãos, tanto no âmbito da saúde quanto em ambientes residenciais e socio-sanitários.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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