Publicado 17/09/2026 06:55

O Ministério da Saúde finaliza o anteprojeto da Lei de Saúde Digital

Archivo - Arquivo - O secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, dá uma entrevista coletiva na sede do Ministério da Saúde, em 8 de maio de 2026, em Madri (Espanha). A coletiva tem como objetivo informar sobre as últimas notícias sobre o surto de hant
Carlos Luján - Europa Press - Arquivo

Antes de submetê-lo a audiência e consulta pública

MADRID, 17 set. (EUROPA PRESS) -

O secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, revelou nesta quinta-feira que o Ministério da Saúde está trabalhando na minuta do anteprojeto da Lei de Saúde Digital antes de submetê-la a audiência pública e consulta pública.

Padilla fez essa afirmação durante sua intervenção no V Congresso de Direito Farmacêutico, realizado na Ordem dos Advogados de Madri.

Segundo o Ministério, a futura lei garantirá que todos os cidadãos, tanto do setor público quanto do privado, disponham de um prontuário médico digital interoperável e acessível em todo o país e na União Europeia, assegurando a continuidade do atendimento.

Além disso, a lei regulamentará o uso de tecnologias digitais e emergentes — como a biometria ou as neurotecnologias — no âmbito da saúde, bem como o tratamento ético e seguro dos dados clínicos para fins científicos.

Durante o Congresso, o secretário de Estado também destacou que a tramitação do decreto real sobre financiamento e fixação de preços dos medicamentos no Sistema Nacional de Saúde dependerá da evolução do projeto de lei sobre Medicamentos e Produtos Sanitários no Congresso dos Deputados.

Nesse contexto, Padilla destacou que se trata de normas voltadas para todo o país. “São normas que ampliam as capacidades dos profissionais, mas que também o fazem tendo os pacientes no centro”, acrescentou.

Em seguida, ele lembrou que, no decreto real de Avaliação de Tecnologia, os pacientes foram incorporados aos órgãos de governança, bem como à Comissão Interministerial de Preços de Medicamentos.

V CONGRESSO DE DIREITO FARMACÊUTICO

A Ordem dos Advogados de Madri (ICAM) inaugurou nesta quinta-feira o V Congresso de Direito Farmacêutico, um encontro que reunirá, durante dois dias, mais de trinta especialistas e representantes das áreas jurídica, de saúde, farmacêutica e biotecnológica para analisar os principais desafios regulatórios que esses setores enfrentam na Espanha e na União Europeia.

O membro da Junta de Governo da Ilustre Ordem dos Advogados de Madri, Javier Mata, destacou a “intensidade especial” que o direito farmacêutico vive atualmente, que “convive com normas nacionais e europeias”.

Mata revisou alguns dos pontos mais importantes para a indústria farmacêutica, como a Lei de Biotecnologia da UE ou o pacote legislativo farmacêutico europeu. “A grande questão é que a Europa seja um local atraente para a pesquisa e que se consiga garantir que os pacientes tenham acesso aos medicamentos em condições razoáveis”, observou.

Ao longo de dois dias, o Congresso reunirá mais de trinta representantes e especialistas das áreas jurídica, institucional, farmacêutica, de saúde e biotecnológica.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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