Publicado 02/08/2026 13:10

O Ministério da Saúde estima em 1.622 o número de atendimentos a migrantes em Ceuta desde sexta-feira e nega que haja situações de c

Várias pessoas chegam à Espanha vindas do Marrocos, em 30 de julho de 2026, em Ceuta (Espanha). Centenas de pessoas de origem magrebina cruzaram hoje, ao longo do dia, de Ceuta vindo do Marrocos, a nado e pelo quebra-mar. Na última semana, elas fizeram o
Marcos Moreno - Europa Press

MADRID 2 ago. (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Saúde informou neste domingo que os serviços de saúde de Ceuta prestaram 1.622 atendimentos a migrantes desde sexta-feira, após registrar 473 atendimentos entre as 9h do dia 1º de agosto e as 9h do dia 2 de agosto, contra os 1.149 atendimentos registrados no dia anterior.

De acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Gestão Sanitária (INGESA), das 473 atendimentos realizados nas últimas 24 horas, 291 corresponderam à Atenção Primária e 172 à Atenção Especializada no Hospital Universitário de Ceuta.

Na Atenção Primária, o Centro de Saúde Otero atendeu 177 pessoas, a unidade instalada no Tarajal atendeu 27, o Serviço de Urgências da Atenção Primária (SUAP) atendeu sete e as quatro equipes do 061 realizaram 80 atendimentos.

Por sua vez, o serviço de Emergência do Hospital Universitário prestou 172 atendimentos, também sem incidentes, de acordo com o balanço do departamento.

Quanto à situação hospitalar, permanecem internados um paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), outro na Pediatria, dois na Obstetrícia, dois recém-nascidos na Neonatologia após um parto de gêmeos, quatro pacientes na ala cirúrgica, outros quatro na internação médica e mais quatro na Observação do Pronto-Socorro. Além disso, a INGESA informou que não foi registrado nenhum óbito.

O Ministério ressaltou que, “apesar das afirmações feitas por atores políticos, sem qualquer dado que as comprove”, em nenhum momento ocorreram situações de colapso na Área de Saúde de Ceuta.

Segundo o Ministério da Saúde, o reforço de pessoal de saúde e não-saúde mobilizado pela INGESA, juntamente com a diversificação do atendimento em diferentes pontos, permitiu reduzir a pressão sobre serviços específicos e evitar situações de saturação.

Por sua vez, a ministra da Saúde, Mónica García, agradeceu na rede social X o trabalho dos profissionais da INGESA em Ceuta.

“Graças ao seu profissionalismo e disposição, foi possível coordenar as ações para dar resposta a uma situação muito complicada”, afirmou ela, antes de destacar que “mais uma vez, os funcionários e funcionárias públicos” deram “a melhor resposta quando necessário”, ressaltou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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