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MADRID 8 maio (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde, Mónica García, defendeu nesta sexta-feira que o cruzeiro “MV Hondius” “não é um local adequado” para realizar a quarentena das pessoas a bordo, uma vez que “não há espaço para manter separados os pacientes sintomáticos que possam surgir e os sistemas de ventilação não são adequados para reduzir o risco de transmissão”.
“Um navio onde ocorreu um surto não é um local adequado nem para tratar nem para colocar em quarentena”, assinalou em uma publicação na rede social ‘X’, onde ressaltou que “a ciência avançou o suficiente para que não deixemos pacientes abandonados à própria sorte em um navio”.
Nesse sentido, explicou que um hospital permite dispor do “equipamento necessário” para realizar uma quarentena “eficaz e segura” e poder agir “caso alguma pessoa tenha uma piora no seu estado de saúde”.
García destacou que as pessoas que tiveram contato com casos confirmados “merecem ser atendidas em condições dignas e seguras”, tanto para elas quanto para “todos os demais”, e ressaltou que a Espanha dispõe dos “meios para fazê-lo”, pelo que seria “irresponsável e negligente” não utilizá-los.
QUARENTENA NO HOSPITAL GÓMEZ ULLA
Assim que o cruzeiro chegar às Ilhas Canárias, e após uma avaliação epidemiológica a bordo, os 14 passageiros espanhóis ficarão em quarentena no Hospital Central da Defesa Gómez Ulla, em Madri, enquanto as demais pessoas a bordo serão repatriadas.
Conforme assegurou o secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, nenhum dos passageiros espanhóis manifestou oposição à quarentena.
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