Mateo Lanzuela - Europa Press
MADRID, 10 abr. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde defendeu que o novo manual de boas práticas em eutanásia, cuja votação foi adiada no Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde (CISNS) na quinta-feira, já contava com o consenso prévio de todas as comunidades autônomas, bem como de outros órgãos.
Segundo fontes do Ministério da Saúde à Europa Press, na atualização do manual também participaram as Comissões de Garantia e Avaliação da Eutanásia (CGyE) das comunidades autônomas, além da Associação Direito a Morrer com Dignidade (DMD) e do Comitê de Bioética da Espanha. Além disso, o manual contou com a participação de membros do Comitê Técnico de Aplicação da Lei Orgânica de Regulamentação da Eutanásia (LORE).
No entanto, o Ministério da Saúde garante que está aberto a incorporar contribuições de outras sociedades científicas, conforme solicitado pela Comunidade de Madrid, com o objetivo de que o texto possa ser aprovado no próximo Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde.
MADRID SOLICITA A PARTICIPAÇÃO DE OUTRAS SOCIEDADES E ORDENS PROFISSIONAIS
Durante a reunião do CISNS desta quinta-feira, a secretária de Saúde da Comunidade de Madri, Fátima Matute, solicitou a retirada do item da pauta referente ao manual de eutanásia com o objetivo de enriquecer o texto com as contribuições das sociedades científicas e ordens profissionais, que não foram consultadas anteriormente.
Tudo isso, segundo a Secretaria de Saúde, com o intuito de alcançar “uma maior excelência técnica e profissional em uma matéria tão complexa e sensível como esta”.
Segundo o departamento dirigido por Fátima Matute, a participação de sociedades científicas ligadas à área da Psiquiatria e de ordens profissionais, como a dos médicos ou de cuidados paliativos, entre outras entidades, será benéfica, e elas já manifestaram que desejam participar de boa vontade.
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