Publicado 21/06/2026 04:31

Milhares de albaneses participam, em Tirana, da maior manifestação contra o projeto de Jared Kushner

20 de junho de 2026, Tirana, Albânia: TIRANA, ALBÂNIA — 20 DE JUNHO DE 2026: Milhares de manifestantes se reúnem no centro de Tirana durante o vigésimo primeiro dia consecutivo de protestos contra um projeto de desenvolvimento turístico de luxo ligado a J
Europa Press/Contacto/Vlasov Sulaj/Jna Press

MADRID 21 jun. (EUROPA PRESS) -

Dezenas de milhares de pessoas cercaram, até a madrugada de hoje, a residência do primeiro-ministro da Albânia, Edi Rama, na maior manifestação dos 22 dias de protestos contra o projeto turístico de luxo em uma área protegida que tem entre seus investidores Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Ainda nesta manhã, um pequeno grupo de pessoas se reunia para continuar expressando sua repulsa ao projeto imobiliário que Kushner pretende instalar na ilha de Sazan, na área costeira protegida de Zvërnec.

O apelo ganhou tanta força que manifestantes albanokosovares cruzaram a fronteira e se juntaram aos protestos para exigir a renúncia de Rama, que ontem à noite ocuparam a avenida principal da capital de uma forma nunca vista até agora.

No último sábado, Rama insistiu que não tem nenhuma intenção de renunciar e que esses protestos são, na verdade, uma manifestação de repúdio à figura de Trump e não ao projeto em si. Embora tenha se comprometido a ouvir o descontentamento público, ele também garantiu que “jamais” entregará “o volante ao barulho”.

Rama está agora de olho na adesão à União Europeia, um projeto que ficaria fora de seu alcance se “este país ficasse oscilando dependendo de para que lado o vento sopra”, segundo declarações coletadas pela Bloomberg.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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