Publicado 23/06/2025 06:26

A Microsoft bloqueia o Google Chrome para usuários que têm o recurso de segurança familiar ativado

Archivo - Arquivo - Estande da Microsoft no Mobile World Congress (MWC) 2023 durante o segundo dia, 28 de fevereiro de 2023, em L'Hospitalet de Llobregat, Barcelona, Catalunha (Espanha). O Mobile World Congress deste ano, onde serão apresentados seus mais
David Zorrakino - Europa Press - Arquivo

MADRI 23 jun. (Portaltic/EP) -

A Microsoft está bloqueando o navegador Google Chrome para usuários que têm a ferramenta de proteção infantil do Windows ativada, o que faz com que o navegador feche continuamente e não permita o acesso a ele.

A Proteção para Crianças da Microsoft é uma ferramenta de controle parental que permite aos pais monitorar e definir limites para a atividade digital de seus filhos ao acessar sites ou gerenciar o tempo de tela em vários dispositivos, como telefones, computadores e consoles Xbox.

No entanto, muitos usuários tiveram problemas para acessar o navegador do Google quando tinham a ferramenta de controle parental da Microsoft ativada, conforme confirmado pela gerente de suporte do Chrome, Ellen T, que sugeriu que, para acessar o Chrome novamente, bastava desativar o recurso, de acordo com uma postagem na página de ajuda do navegador.

Em particular, um usuário relatou que esse problema estava afetando o funcionamento das aulas em uma escola, pois os alunos não conseguiam acessar páginas da Web por meio do Chrome com a ferramenta de controle dos pais ativada, então eles foram forçados a desativá-la e permitir que os alunos acessassem qualquer página da Web, sem restrições, conforme observado no fórum da comunidade da Microsoft.

Um consultor independente da Microsoft respondeu a esse usuário apontando que a filtragem da Web do Child Protection da Microsoft foi projetada "principalmente para o Microsoft Edge" e bloqueia automaticamente navegadores que não são da Microsoft, como o Chrome, quando a filtragem está ativada.

Outros usuários conseguiram contornar esse problema renomeando o arquivo executável do Chrome para 'chrome1' em vez de 'chrome'. Em contrapartida, outros navegadores, como o Firefox ou o Opera, aparentemente não foram afetados por esse problema.

Além disso, um engenheiro do Chromium disse em 10 de junho que "não tinha recebido notícias da Microsoft" sobre uma possível solução para o problema, de acordo com um tópico de rastreamento de bugs.

Esse não é o primeiro problema identificado no Windows ao usar um serviço do Google, já que no início deste ano foi detectado que, quando os usuários pesquisavam o Google no Bing, a Microsoft exibia uma página nos resultados que parecia muito semelhante à do Google, fazendo-os acreditar que estavam nesse mecanismo de pesquisa quando, na verdade, estavam usando o Bing, conforme relatou o The Verge na época.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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