Publicado 28/07/2026 11:39

A Microsoft avisará as empresas em agosto que a ativação do Windows via KMS deverá ser validada por hardware

Archivo - Arquivo - 2 de fevereiro de 2025, Canadá: Nesta ilustração fotográfica, o logotipo do Microsoft Windows aparece exibido na tela de um smartphone.
Europa Press/Contacto/Thomas Fuller - Arquivo

MADRID 28 jul. (Portaltic/EP) -

A partir de agosto deste ano, a Microsoft integrará ao Windows um sistema responsável por emitir avisos de preparação e registros de alerta para verificar se o servidor atende aos requisitos de segurança baseados em hardware.

O Windows Server 2025 oferecerá mensagens de preparação para avaliar se um “host” KMS está pronto para a segurança baseada em “hardware”, conforme divulgado pela Microsoft em seu site.

KMS é a sigla para Key Management Service (Serviço de Gerenciamento de Chaves), a tecnologia que a Microsoft utiliza para que empresas e grandes organizações possam ativar milhares de computadores ao mesmo tempo, de forma automática e centralizada.

“À medida que os invasores têm explorado servidores KMS falsos ou clonados, as organizações enfrentam um risco maior em relação à conformidade e ao licenciamento”, destaca a Microsoft em seu comunicado.

De fato, a Microsoft destacou a obrigatoriedade do uso de “hardware” moderno para certificar a presença de um chip TPM (Módulo de Plataforma Segura), uma vez que “a validação baseada em hardware oferece maior proteção contra o uso indevido de ativações e aumenta a confiança na identidade dos dispositivos”.

O objetivo dessa mudança é coibir a pirataria que utiliza ativadores de software e impedir o uso irregular de licenças em volume por meio da instalação de servidores KMS não autorizados.

Este é o primeiro passo antes da aplicação obrigatória da validação por hardware, a fim de oferecer o tempo necessário para que as organizações adaptem ou renovem seus servidores. Ou seja, para que possam avaliar com antecedência a infraestrutura de equipamentos de sua empresa.

Quando a medida se tornar estritamente obrigatória em versões futuras, os equipamentos ou servidores que não atenderem aos requisitos não poderão validar licenças. O que acontecerá em seguida é que os equipamentos acabarão perdendo a ativação e, embora não sejam bloqueados completamente, passarão para o status de “sem licença”.

Nesse estado, eles exibirão a famosa marca d’água, o sistema bloqueará as opções de personalização e as empresas poderão enfrentar problemas de conformidade e auditoria de licenças.

Os administradores poderão visualizar as mensagens de preparação na linha de comando e por meio do visualizador de eventos a partir de agosto no Windows Server 2025. Será na próxima versão LTSC (versão de estabilidade máxima) do Windows Server que a Microsoft exigirá a verificação por chip TPM como requisito estrito e obrigatório, embora a empresa não tenha especificado uma data concreta para isso.

Essa mudança não afetará usuários particulares com computadores com Windows padrão ou doméstico, sendo uma medida que se aplica apenas à infraestrutura corporativa.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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