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MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -
Um trabalhador de 65 anos morreu nesta quarta-feira enquanto combatia as chamas em Mirandela, localizada no distrito de Bragança (norte), elevando para três o número de mortos na pior onda de incêndios que assola Portugal desde 2017.
O presidente da Câmara de Mirandela, Vítor Correia, disse que o homem, natural de Contins, sofreu um acidente quando conduzia máquinas para tentar criar um corta-fogo para impedir a passagem das chamas, segundo a agência Lusa.
O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, expressou em um comunicado publicado pela Presidência da República suas "mais profundas condolências" à família da vítima e também estendeu suas condolências à Câmara Municipal de Mirandela por essa trágica morte.
No total, há até quatro incêndios ativos em Portugal: em Arganil, Sabugal, Mirandela e Montalegre, sendo o primeiro o mais preocupante, pois as chamas estão fora de controle há uma semana e se espalharam por cerca de seis municípios. Mais de 3.400 soldados estão mobilizados em todo o território.
Um dos municípios sob alerta é Guarda, onde centenas de soldados ainda estão combatendo um incêndio que na sexta-feira causou a primeira fatalidade da atual emergência, um ex-líder local que estava ajudando no terreno a extinguir as chamas.
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