MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) - 88,1% dos homens e 85,2% das mulheres na Espanha têm alta confiança em seus profissionais de saúde da Atenção Primária, conforme consta do breve relatório “PaRIS”, elaborado pelo Ministério da Saúde com os resultados nacionais sobre o indicador de confiança nos profissionais de saúde.
Este documento deriva, portanto, da primeira pesquisa internacional que mede os resultados em saúde e a experiência no primeiro nível de assistência, referidos por pacientes a partir de 45 anos. Dele se extrai que a confiança nesses profissionais é alta e homogênea em todo o Sistema Nacional de Saúde (SNS).
Nesse contexto, a comunidade autônoma em que a confiança é maior entre os homens é La Rioja, com 93,9%, assim como entre as mulheres, com 91,5%. Por outro lado, os piores resultados são observados, também para ambos os sexos, na cidade autônoma de Ceuta, com 80,8% e 73,9%, respectivamente.
No entanto, esta análise também revela que este grau de empatia aumenta com a idade, especialmente nos homens com mais de 75 anos (90,5%), enquanto nas mulheres deste grupo diminui ligeiramente (86,6%). Assim, na faixa etária entre 45 e 54 anos, as porcentagens caem, respectivamente, para 85,7% e 82,8%. VARIÁVEL DE DOENÇAS CRÔNICAS
Por outro lado, o relatório mostra que a confiança não varia significativamente de acordo com o número de doenças crônicas. Nesta seção, a maior porcentagem de confiança nos homens é encontrada, com 88,5%, naqueles que têm uma patologia, enquanto nas mulheres, com 86,4%, é naquelas que têm duas.
Quanto à variável de acordo com o tamanho do município, este texto indica que a confiança é maior em municípios pequenos e capitais de província. Assim, 89,8% dos homens que vivem em localidades com menos de 10.000 habitantes têm alta confiança em seu profissional de saúde de Atenção Primária, dado que cai para 86,7% nas mulheres.
Por último, e através deste relatório, o Ministério da Saúde destacou que existe, além disso, um gradiente positivo em relação ao nível de renda nas mulheres (quanto maior a renda, maior a confiança), que não é observado nos homens. Assim, 88,6% das que ganham mais de 2.722 euros têm uma confiança elevada.
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