DAVID ESTEBAN GONZALEZ/JCCM
TOLEDO 4 abr. (EUROPA PRESS) -
O ministro regional da Saúde de Castilla-La Mancha, Jesús Fernández Sanz, expressou sua confiana nesta sexta-feira de que a reunio da sesso plenária do Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde (CISNS) conseguirá desbloquear o Plano de Saúde Mental.
Falando mídia antes do início da reunio em Toledo, Fernández Sanz disse que espera que a reunio "seja de consenso e que possamos ser o mais executivos possível", para desbloquear a situao e decidir se "é aprovado ou no", depois de no ter chegado a um acordo na reunio anterior, em fevereiro passado.
Fernández Sanz ressaltou que Castilla-La Mancha considera positivo o estabelecimento do Plano, observando que foi "a primeira comunidade a estabelecer a especialidade de psiquiatria para crianas e adolescentes e, em psicologia, também estamos dispostos a abordá-la, se assim for determinado".
No entanto, ele reconheceu que a administrao de Castilla-La Mancha apoiou o estabelecimento desse Plano, embora com "certa relutncia", apontando sua reivindicao de que ele deveria ter "a participao de todos os profissionais que tiveram que intervir". A esse respeito, e observando que o prazo para as sociedades profissionais avaliarem o plano já passou, o ministro disse que elas esto "aguardando o que o ministro dirá".
Por outro lado, ele destacou alguns pontos de controvérsia entre as regies autnomas, como o número de funcionários a serem incorporados ou as diretrizes de medicao. Com relao ao pessoal, o diretor de saúde de Castilla-La Mancha destacou que "é preciso haver um consenso entre o Ministério, a Direo Geral de Organizao e as comunidades autnomas para saber quantos cargos vamos assumir".
Quanto abordagem dos medicamentos, ele destacou que a minuta da proposta fornecida pelo Ministério incluía a "desprescrio", observando que "esse foi um dos motivos anteriores pelos quais ela foi discutida justamente com as sociedades científicas", já que "o nome no foi muito bem escolhido e eles no querem falar sobre desprescrio, mas sobre outro tipo de abordagem para a prescrio de medicamentos".
"Acredito que todos, o Conselho Interterritorial, os profissionais e até mesmo a sociedade, concordam que o abuso de medicamentos relacionados saúde mental no está fazendo bem, e a abordagem deve ser feita por meio de mecanismos acordados", disse o ministro.
OUTROS ASSUNTOS ABORDADOS NA CISNS
Por outro lado, Fernández Sanz apontou outras questes a serem abordadas no Conselho Interterritorial, "o modelo de certificao médica que o esquecimento oncológico deve ter".
Sobre esse assunto, o ministro lembrou que "está sob a proteo de um decreto real no qual é importante para as pessoas que sofreram de cncer que, após cinco anos, se no tiverem recaída e no estiverem mais em tratamento, no tenhamos que falar sobre o cncer como pessoas afetadas".
Ele também destacou a abordagem de "um grupo de trabalho para continuar melhorando a reserva estratégica em face de doenas emergentes e coisas que podem acontecer".
Fernández Sanz enfatizou a importncia da reunio, ressaltando que ela tratará de "muitas questes" e reiterou sua esperana de que as decises executivas sejam estabelecidas quando se chegar a um consenso.
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