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MADRID 12 fev. (Portaltic/EP) - A Lenovo apresentou os resultados do seu terceiro trimestre fiscal, nos quais destacou a liderança da Espanha na venda de computadores, tanto na gama de consumo como na pessoal, atingindo 35,2%.
A empresa tecnológica destacou seu resultado global durante este período, no qual obteve uma receita de US$ 22,2 bilhões (€ 18,683 bilhões), com um crescimento de 18% em relação a 2024.
A Lenovo também valorizou o papel dos produtos com inteligência artificial (IA), que representaram 32% da receita durante este período, compreendido entre outubro e dezembro de 2025.
O diretor-geral da Lenovo Iberia, Alberto Ruano, classificou os resultados como “impressionantes” durante a apresentação: “Posso explicar o que foi este trimestre com o coração e com a cabeça, das duas maneiras. Foi impressionante para a empresa e para a Lenovo em Espanha e em Portugal”.
Ruano referiu-se aos dados publicados pela IDC, que colocam a Lenovo como líder na venda de computadores na Espanha, com uma quota de mercado de 35,2%, mas também na venda de tablets, onde atinge 32,5%. No caso de Portugal, a quota de mercado de PCs foi de 26,9%. “É a primeira vez que somos os números um na Espanha e em Portugal ao mesmo tempo”, comemorou Ruano. Nessa linha, a diretora geral do Mobile Business Group (MBG) Iberia, Andrea Monleón, também destacou o papel dos dispositivos da Motorola nos resultados globais, que alcançaram “o melhor trimestre da história da empresa”.
Monleón indicou que na região da Península Ibérica (Espanha e Portugal) alcançaram um crescimento de 38% no sell-in e 39,8% no segmento Premium.
Por outro lado, o responsável pelo Infrastructure Solutions Group (ISG) na Lenovo Iberia, Alexandre Bento, indicou que as receitas em infraestruturas na região aumentaram 200% graças às infraestruturas de inteligência artificial, além de aspectos próprios da Lenovo, como sua tecnologia de refrigeração líquida, bem como a relação “crucial” da empresa com a Nvidia.
No que diz respeito ao desafio que as empresas tecnológicas enfrentam devido à escassez de memórias, Ruano indicou que a Lenovo fabrica 80% dos seus produtos, o que lhe confere uma certa vantagem sobre os seus concorrentes. No entanto, ela admitiu que o aumento dos preços afetará a empresa como as demais. “Temos que nos acostumar com o fato de que os produtos ficarão mais caros e não baixarão dentro de um ano, mas que isso vai permanecer”, explicou.
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