Publicado 31/03/2025 08:58

O laser de holmium Moses melhora a pulverização e a fragmentação de cálculos renais em 33%.

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RUBER INTERNACIONAL - Arquivo

MADRID 31 mar. (EUROPA PRESS) -

O uso do laser de hólmio de última geração Moses leva a uma melhora de 33% na pulverização e fragmentação de cálculos renais, minimizando também os danos aos tecidos e, portanto, melhorando a recuperação precoce do paciente, como explica a Dra. Ángeles Sanchís Bonet, membro da equipe de Urologia do Hospital Ruber Internacional.

"Graças aos avanços da tecnologia, hoje em dia temos métodos mais eficazes e menos invasivos para tratar a litíase renal, o que permite uma recuperação mais rápida e melhores resultados para o paciente", enfatizou a especialista em Urologia Oncológica e Litíase.

Esse laser é usado em vários tratamentos, como a litotripsia extracorpórea por ondas de choque (ESWL), que fragmenta a litíase de forma não invasiva; a cirurgia intrarrenal retrógrada (RIRS), que usa um instrumento flexível que permite o acesso à litíase dentro do rim; ou a ureteroscopia rígida, que usa um instrumento rígido que permite o acesso à litíase alojada no ureter.

Cálculos maiores localizados no rim podem ser fragmentados por meio de nefrolitotomia percutânea, na qual um instrumento rígido ou flexível é introduzido pela pele do dorso no rim por meio de uma incisão mínima, embora a escolha do tratamento dependa da localização e do tamanho do cálculo.

Outros tratamentos mais conservadores incluem hidratação e tratamento médico expulsivo para estimular a remoção espontânea dos cálculos, que afetam 12% da população mundial em algum momento de suas vidas, e sua ocorrência é influenciada por vários fatores, como dieta e estilo de vida, uma dieta rica em sódio e oxalato, baixa ingestão de líquidos, genética, condições médicas, doenças como obesidade, gota, hiperparatireoidismo e doenças inflamatórias intestinais, ou fatores ambientais, desidratação crônica e clima quente.

A urologista da equipe de Urologia do Hospital Ruber Internacional, Dra. Patricia Ramírez Rodríguez-Bermejo, enfatizou que as pedras nos rins, dependendo de sua localização e tamanho, podem causar sintomas leves ou gerar "dor intensa" quando bloqueiam o fluxo de urina, uma dor que "pode ser uma das mais intensas que uma pessoa pode sentir", e que pode ser acompanhada de sangue na urina, micção frequente, náusea ou vômito.

"Em casos graves, a litíase renal pode causar uma infecção grave do trato urinário que requer atenção urológica imediata", acrescentou o urologista, que explicou que o diagnóstico geralmente é feito por meio de análise de urina, raios X, ultrassonografia e tomografia computadorizada (TC), sendo que esta última permite determinar com mais precisão o tamanho, a composição e a localização das pedras.

Devido à tendência de reincidência, a especialista ressaltou que a prevenção é fundamental e, para isso, recomendou manter a hidratação adequada (dois a três litros de água por dia); reduzir o consumo de sódio, proteínas animais e alimentos ricos em oxalato; controlar o peso corporal e a atividade física regular; e fazer check-ups urológicos regulares, especialmente para aqueles com histórico familiar ou fatores de risco.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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