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MADRID 29 mar. (EUROPA PRESS) -
O número de mortos do terremoto de magnitude 7,7 ocorrido na sexta-feira na região central da Birmânia chegou a pelo menos 696 mortos e 1.670 feridos, informou a junta militar à mídia estatal no sábado.
O terremoto ocorreu perto de Mandalay, a segunda maior cidade do país, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Poucos minutos depois, foi registrado um tremor secundário de magnitude 6,7.
O líder da junta militar da Birmânia, General Min Aung Hlaing, visitou a região de Mandalay, onde ocorreu o terremoto, de helicóptero no sábado para inspecionar os danos, de acordo com o portal de notícias Eleven Myanmar.
O USGS, que emitiu um alerta laranja (o segundo mais grave), estima que o número de mortos do terremoto, o mais forte registrado no país neste século, pode ser de 100 a 1.000 pessoas.
O USGS disse que o epicentro foi localizado perto de Sagaing, uma cidade às margens do rio Ayeyarwady e conhecida por ser um importante centro monástico a menos de 20 quilômetros de Mandalay. Equipes internacionais estão chegando à Birmânia desde sábado para ajudar nos esforços de resgate.
O terremoto também atingiu a China e a Tailândia, onde pelo menos dez pessoas morreram, de acordo com a mídia tailandesa, que contabilizou pelo menos 110 desaparecidos depois que um prédio em construção na capital, Bangcoc, desabou em consequência do terremoto.
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