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MADRID, 11 jul. (EUROPA PRESS) -
Os European Junior Doctors (EJD) promoveram uma declaração que apóia a prática da medicina baseada em evidências e denuncia o uso de pseudoterapias, como homeopatia, naturopatia ou discursos antivacina; um texto que recebeu o apoio da Associação Médica Espanhola (OMC).
A 'Declaração sobre Medicina Baseada em Evidências e Pseudociências' foi aprovada pela Assembleia Geral da EJD em maio e pede, entre outros aspectos, a revisão da Diretiva 2001/83/EC da União Europeia, com o objetivo de eliminar a classificação dos produtos homeopáticos como "produtos medicinais".
A EJD enfatiza que as práticas pseudocientíficas não apenas não têm eficácia comprovada, mas também representam um risco para a saúde pública e corroem a confiança na medicina. Portanto, ela está comprometida em trabalhar para educar os pacientes sobre os riscos dessas práticas, apoiando campanhas de educação científica e de saúde.
Também defende o combate à desinformação na área da saúde, especialmente em ambientes digitais, e a colaboração ativa entre profissionais, instituições e órgãos reguladores. Na mesma linha, está comprometida com a integração de um treinamento rigoroso em medicina baseada em evidências em todos os programas europeus de treinamento médico especializado.
O Observatório contra Pseudociência da Associação Médica Espanhola (OPPISS) expressou seu apoio à declaração como uma organização "comprometida com a saúde do paciente e a integridade científica". Assim, eles indicaram que compartilham "totalmente" os princípios e se unem à defesa de uma assistência médica segura e eficaz baseada nas melhores evidências disponíveis.
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