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MADRID 7 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo iraniano denunciou que os Estados Unidos concederam apenas vistos de permanência de 24 horas aos jogadores da seleção nacional de futebol para disputarem os jogos que realizarem em solo americano.
“Eles entrariam nos Estados Unidos pela manhã e teriam que partir no mesmo dia”, denunciou o embaixador no México, Abolfazl Pasandideh, em declarações divulgadas pela mídia iraniana a partir de Tijuana, no México, onde a seleção está hospedada.
O embaixador confirmou ainda que 15 membros da comissão técnica da seleção continuam sem receber visto para entrar nos Estados Unidos, conforme divulgado no último sábado pela federação nacional de futebol do Irã, entre eles o presidente da entidade, Mehdi Taj.
A federação iraniana vem denunciando há semanas os obstáculos que o governo Trump está impondo aos seus jogadores para a preparação da Copa do Mundo, o que eles criticam como uma medida de pressão hostil decorrente da guerra.
Em maio, a federação iraniana confirmou que a seleção acabaria se concentrando em Tijuana devido aos enormes problemas que enfrentava para se instalar em seu destino original, a cidade de San Diego, no estado da Califórnia.
Os dois primeiros jogos da seleção iraniana, contra a Nova Zelândia em 15 de junho e a Bélgica em 21 de junho, serão disputados em Los Angeles. Em seguida, o Irã enfrentará o Egito em 26 de junho em Seattle, no estado de Washington.
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