Publicado 24/07/2026 08:55

Investigam esfaqueamento de duas pessoas perto do Central Park, acompanhado do grito “Deus é grande”

A Polícia de Nova York afirma que a investigação preliminar “sugere que a saúde mental pode ter sido um fator”

Archivo - Arquivo - 17 de agosto de 2025, EUA, Brooklyn: Um policial do Departamento de Polícia de Nova York investiga a cena do tiroteio no lounge “Taste of the City” depois que vários atiradores abriram fogo, deixando três mortos e oito feridos. Foto: B
Bruce Cotler/ZUMA Press Wire/dpa - Arquivo

MADRID, 24 jul. (EUROPA PRESS) -

A Polícia de Nova York investiga se o esfaqueamento de duas pessoas, ocorrido nesta quinta-feira perto do Central Park, constitui um crime de ódio, depois que o agressor, já detido, gritou “Deus é grande” antes de atacar as vítimas.

“Duas pessoas foram esfaqueadas em ataques separados no Upper West Side de Nova York. As vítimas, um homem de origem asiática e um homem judeu, foram levadas ao Hospital Mount Sinai e espera-se que sobrevivam”, informou a chefe de polícia da cidade de Nova York, Jessica S. Tisch.

Os policiais prenderam um homem identificado como Raul Morales, de 51 anos, em conexão com os dois ataques e, atualmente, investigam se o caso se enquadra como crime de ódio. “De acordo com os depoimentos das vítimas e das testemunhas, Morales gritou ‘Deus é grande’ durante ambos os ataques”, informou ela, acrescentando, porém, que a investigação preliminar “sugere que a saúde mental pode ter sido um fator”, apesar de Morales não ter antecedentes criminais registrados.

Não há nenhuma ligação conhecida entre o agressor e as vítimas, nem mesmo entre as próprias vítimas, acrescentou a chefe da Polícia de Nova York, que reconheceu a atuação dos policiais e a coragem de uma pessoa que conduziu os policiais até o local onde o agressor estava escondido.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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