Publicado 28/05/2026 09:17

O Instituto Carlos III atribui ao calor cinco mortes ocorridas na Cantábria nos últimos dias

Turistas se protegem do calor nas ruas de Sevilha. Em 27 de maio de 2026, em Sevilha, Andaluzia (Espanha). Um forte anticiclone africano fez as temperaturas dispararem em Sevilha, onde são esperadas máximas de 37 °C entre quarta e quinta-feira, chegando a
María José López - Europa Press

SANTANDER 28 maio (EUROPA PRESS) -

O Instituto de Saúde Carlos III atribui às altas temperaturas as cinco mortes registradas na Cantábria nos últimos dias, marcados por uma onda de calor sem precedentes no mês de maio na região.

Esses são dados do sistema de monitoramento da mortalidade diária por todas as causas (MoMo) dessa instituição, dependente do Ministério da Ciência, consultados pela Europa Press. De acordo com os dados, entre 23 e 27 de maio, ocorreram cinco óbitos em consequência do calor nesta comunidade autônoma.

Segundo a ferramenta MoMo, do Centro Nacional de Epidemiologia do instituto, foi registrada uma vítima fatal por calor em cada um desses dias na Cantábria, onde foram batidos recordes históricos de temperatura para esta época do ano, mais próprios do verão.

De fato, o aeroporto Seve Ballesteros chegou a liderar as máximas da Espanha na segunda-feira, atingindo 35,2 graus centígrados, embora naquele dia tenha chegado a 36,2 ºC e, no dia seguinte, essa estação meteorológica tenha registrado 35,7 ºC.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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