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MADRID 11 nov. (EUROPA PRESS) -
A especialista em Medicina Familiar do Hospital Universitário La Luz, Dra. Helena Fernández-Galiano Poyo, enfatizou na terça-feira que a identificação precoce dos sintomas de pneumonia, como febre, tosse ou dificuldade para respirar, é de grande importância para iniciar o tratamento e evitar complicações graves, especialmente em idosos, crianças pequenas e pacientes com doenças crônicas.
"Quando a tosse, a febre ou a falta de ar persistirem por mais de dois ou três dias, é essencial consultar um médico, especialmente em pessoas de maior risco. A detecção precoce é a melhor ferramenta para evitar complicações graves."
Se esses sintomas forem acompanhados de febre alta, falta de ar ou palpitações, é igualmente "importante ir ao departamento de emergência", enfatizando que isso pode evitar complicações graves, como insuficiência respiratória aguda ou sepse.
O rápido atendimento de emergência e o gerenciamento clínico adequado podem garantir que a pneumonia seja tratada "com sucesso" e sem sequelas.
Ele continuou explicando que os idosos podem manifestar os sintomas de forma "menos óbvia", por meio de confusão ou alterações no estado mental, o que pode atrasar o diagnóstico. Por isso, ele enfatizou que a avaliação de um possível caso de pneumonia começa desde o primeiro contato com o paciente.
"A chave está em uma anamnese completa, um exame físico detalhado e, se necessário, a realização de exames complementares", acrescentou.
Esse protocolo de avaliação consiste na análise dos sinais vitais e dos sintomas respiratórios agudos, bem como na realização de exames laboratoriais ou radiológicos, de acordo com critérios clínicos.
"Uma história clínica direcionada e a experiência da equipe médica permitem uma avaliação rápida e precisa, o que é fundamental para iniciar o tratamento adequado", disse o especialista, ressaltando que a prevenção envolve a vacinação contra pneumococo, gripe e Covid-19, bem como a higiene respiratória e das mãos, além de evitar o tabagismo.
Fernández-Galiano também recomendou manter uma boa nutrição, controlar doenças crônicas e reduzir a exposição a poluentes ambientais, pois esses são uma série de fatores que fortalecem as defesas e reduzem a probabilidade de infecção.
Apesar disso, ele enfatizou que "a prevenção e a vacinação continuam sendo os melhores aliados para proteger a saúde respiratória".
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