MADRID 12 mar. (Portaltic/EP) - A IBM apresentou uma nova arquitetura que integra a computação quântica em ambientes de supercomputação modernos para lidar com cargas de trabalho que buscam resolver problemas científicos.
A arquitetura, que a IBM considera a primeira do tipo na indústria, integra em um único sistema informático os processadores quânticos com as CPUs e GPUs dos computadores clássicos, que trabalham em conjunto em um ambiente unificado, seja “on premise”, em centros de dados ou na nuvem.
A abordagem da IBM baseia-se em fluxos de trabalho coordenados e no uso de estruturas de software abertas, como o Qiskit, para que desenvolvedores e cientistas possam acessar recursos quânticos em áreas como química, ciência dos materiais e otimização.
Dessa forma, facilita-se a aplicação da computação quântica a problemas em áreas como química, ciência dos materiais e otimização, conforme informa a IBM em um comunicado à imprensa. Essa arquitetura já foi testada nos computadores quânticos da IBM para acelerar a descoberta científica. Nesse sentido, a empresa de tecnologia informou que a Cleveland Clinic simulou uma miniproteína de gaiola de triptofano de 303 átomos em um desses equipamentos.
Além disso, pesquisadores da IBM, da Universidade de Manchester, da Universidade de Oxford, da ETH Zurich, da EPFL e da Universidade de Ratisbona criaram uma molécula com uma topologia eletrônica de "half Möbius", a primeira desse tipo.
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