Europa Press/Contacto/Michael Kuenne
KARLSRUHE (ALEMANHA), 20 (DPA/EP)
Promotores alemães acusaram nesta quarta-feira um jovem de 18 anos de ser um "apoiador" do grupo terrorista Estado Islâmico e de planejar um ataque à embaixada israelense em Berlim, capital do país.
O acusado, que foi preso em fevereiro no aeroporto de Berlim-Brandemburgo quando estava prestes a deixar o país, foi mantido sob custódia desde então. De acordo com as autoridades, ele queria ir para o Paquistão para se juntar ao Estado Islâmico e receber treinamento militar lá.
"Desde o início de fevereiro de 2025, ele planejou inicialmente realizar um ataque na Alemanha, por exemplo, contra a embaixada israelense em Berlim", alertou a promotoria, observando que o jovem supostamente obteve instruções sobre como fabricar explosivos.
No entanto, o plano em questão teria fracassado porque ele não conseguiu obter o material necessário para fabricar os dispositivos.
Os promotores o acusam de apoiar e pertencer a uma organização terrorista estrangeira, de dar instruções para cometer um ato grave de violência que põe em risco o Estado e de preparar um "ato grave de violência que põe em risco o Estado".
Para financiar a viagem ao Paquistão, de acordo com a acusação, o acusado firmou dois contratos de telefonia celular para comprar smartphones de última geração, que ele posteriormente vendeu com lucro. "Pouco antes da viagem, ele enviou um vídeo a um suposto membro do EI no exterior jurando lealdade à organização", disseram os promotores.
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