MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
O Instituto de Saúde Carlos III (ISCIII) relatou a morte por varíola - anteriormente conhecida como varíola do macaco - de uma pessoa na Espanha que tinha infecção avançada por HIV e não foi vacinada contra a varíola.
Isso foi afirmado pelo ISCIII em seu último relatório sobre a situação epidemiológica dos casos de varíola na Espanha. No documento, o ISCIII ressalta que se trata de um homem entre 30 e 40 anos de idade e que ele foi infectado pelo HIV em um estágio avançado de imunossupressão (estágio de AIDS).
Desde a última atualização em 17 de junho, 12 novos casos foram relatados, todos eles no clado II. Assim, 273 casos foram relatados até agora neste ano, sendo a Catalunha (115) e Madri (103) as regiões com o maior número de casos.
Desde o início do surto em abril de 2022, o Ministério da Saúde notificou um total de 8.811 casos confirmados de varíola em 17 comunidades autônomas. Ceuta e Melilla não registraram nenhum caso no período.
Com esses dados, o ISCIII aponta em seu último relatório que não foram observadas mudanças significativas nas características clínicas e epidemiológicas.
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