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MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -
Na quarta-feira, um júri de Nova York considerou o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein culpado de agressão sexual, depois que o sistema judiciário dos EUA anulou sua sentença de 23 anos de prisão por estupro e abuso sexual em abril de 2024 devido a irregularidades durante o julgamento.
A acusação da qual ele foi considerado culpado acarreta uma pena de até 25 anos de prisão. No entanto, Weinstein foi absolvido de uma segunda acusação de agressão sexual e o júri de 12 pessoas continuará a deliberar sobre uma acusação de estupro, informou a Bloomberg.
A condenação decorre de uma queixa apresentada pela ex-assistente de produção Miriam Haley, que o acusou de fazer sexo oral nela à força em 2006 em seu apartamento em Manhattan. Ele já foi condenado por agressão a Haley no julgamento de 2020.
A absolvição decorre de uma nova acusação, desta vez feita pela modelo Kaja Sokola. Por outro lado, o júri continuará a deliberar sobre a acusação contra a atriz Jessica Mannm, da qual ele também foi considerado culpado em 2020.
O produtor de 73 anos foi condenado em 2020 por agressão sexual criminosa de primeiro grau e estupro de terceiro grau. Weinstein manteve-se firme em sua inocência ao longo dos anos e sempre negou qualquer relação sexual não consensual.
Em fevereiro de 2023, ele foi condenado a mais 16 anos de prisão pelo Tribunal Distrital de Los Angeles, também por estupro e agressão sexual. O escândalo de Weinstein deu origem ao movimento #MeToo ("Eu também"), no qual centenas de mulheres denunciaram ter sofrido episódios de abuso sexual.
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