Carlos Luján - Europa Press
MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Saúde, Mónica García, anunciou que o Conselho de Ministros aprovou novamente o projeto de lei para a criação da Agência Estatal de Saúde Pública (AESAP), depois de ter caído no Congresso dos Deputados há três semanas "no último momento", apesar de ter um "consenso esmagador" dentro do arco parlamentar, devido a interesses que não têm nada a ver com a lei.
"Na época, dissemos que não se deve brincar com a saúde pública; uma das lições da pandemia é que a saúde deve estar fora de interesses partidários e espúrios", apontou García na terça-feira na conferência após o Conselho de Ministros, onde lembrou que a intenção do governo era "encurtar os prazos o máximo possível" para que essa lei pudesse retornar ao Congresso o mais rápido possível.
"Esperamos que, nesse caso, aqueles que votaram contra a lei tenham bom senso e coloquem os interesses dos cidadãos e a saúde dos cidadãos acima de seus próprios interesses", acrescentou.
A sessão plenária do Congresso dos Deputados rejeitou o projeto de lei em 20 de março com os votos contra do PP, Junts e Vox. Agora, o governo está reiniciando a criação desse órgão, que, segundo ele, consolidará um sistema "mais ágil, mais coordenado e capaz de antecipar as ameaças do futuro, protegendo a saúde de todos os cidadãos".
Além disso, a Agência tem como objetivo contribuir para a melhoria da saúde e do bem-estar da população, por meio de ações de prevenção e controle de doenças, ao mesmo tempo em que promove conhecimento, assessoria técnica e científica.
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