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MADRID, 19 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo do Equador declarou estado de "alerta máximo" no sábado, após denunciar a "gestação de uma conspiração de assassinato" contra o presidente do país, Daniel Noboa, e outras autoridades por "estruturas criminosas" ligadas a setores "derrotados nas urnas", em uma referência velada à candidata presidencial Luisa González, que denunciou fraude eleitoral nas eleições da semana passada.
"O Estado está em alerta máximo. Todos os protocolos de segurança foram ativados, e as Forças Armadas, a Polícia Nacional e as agências de inteligência estão trabalhando juntas para neutralizar qualquer ameaça", disse o ministério do governo equatoriano em uma declaração intitulada "A vingança dos maus perdedores".
Na nota, o Ministério denuncia, citando fontes de inteligência, "a gestação de um assassinato, ataques terroristas e o aquecimento das ruas por meio de manifestações violentas" contra "a vida do Presidente da República, autoridades estatais e funcionários públicos".
"É deplorável que estruturas criminosas, em cumplicidade com setores políticos derrotados nas urnas, busquem impor o caos por meio da violência, do medo e do terror", acrescenta o ministério, referindo-se a González.
Depois de denunciar que "essas ações não apenas buscam desestabilizar o governo, mas também minar a democracia, a soberania, a paz do Equador e o Estado de Direito", o governo equatoriano adverte que responderá "com força total".
"Nós prevalecemos e prevaleceremos. Com a fé em Deus e a força do Estado, colocaremos todos os criminosos de joelhos. Eles espalham a morte. Nós nos preocupamos com a vida, a democracia e a liberdade", conclui o governo.
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