Publicado 18/08/2025 06:15

O Google já está preparando a atualização do Android 16 que fará com que o Gemini atue como um agente real.

Archivo - Arquivo - O aplicativo Gemini em um smartphone.
UNSPLASH - Arquivo

MADRI 18 ago. (Portaltic/EP) -

O Android 16 introduzirá recursos de agente no Gemini para que esse assistente de inteligência artificial generativa possa executar ações em nome do usuário, como fazer reservas em restaurantes.

Atualmente, o Gemini pode acessar alguns aplicativos, principalmente do Google, para pesquisar informações neles e oferecer respostas mais personalizadas, adaptadas às solicitações dos usuários.

No entanto, ele ainda não pode atuar como um verdadeiro agente de IA, de forma autônoma, embora esse seja um recurso no qual o Google já está trabalhando, como os especialistas da Android Authority viram no Android 16 QPR2, a atualização do sistema operacional que deve chegar em dezembro e na qual a empresa de tecnologia está trabalhando atualmente.

Especificamente, eles viram linhas de código que se referem a uma nova configuração de privacidade que permite que o agente controle os aplicativos. Outras indicam a capacidade de determinar quais assistentes podem executar ações no dispositivo e em outros aplicativos.

Conforme explicado na mídia mencionada acima, uma API chamada 'App Functions' já foi vista, projetada precisamente para permitir que o Gemini execute algumas das ações desses 'aplicativos' em vez do usuário, como pedir comida em casa ou fazer reservas em restaurantes com apenas um comando de voz.

As novas referências no código seriam a etapa que faltava para que o Gemini atuasse como um agente, permitindo que ele gerenciasse as ações e o acesso aos aplicativos.

NOVOS DESENVOLVIMENTOS EM CONTROLES PARENTAIS

A atualização do Android 16 que está sendo preparada pelo Google também incorporará uma nova configuração no Family Link, o conjunto de ferramentas e configurações do Google para controle dos pais.

Especificamente, o novo recurso é voltado para famílias mistas, ou aquelas em que os pais estão separados, para que possam manter a supervisão sem precisar estar no mesmo grupo familiar.

A configuração "Monitoramento local" introduz uma nova maneira de gerenciar os controles dos pais, exigindo um PIN no dispositivo monitorado para fazer alterações, em vez da senha da conta do Google vinculada ao grupo familiar.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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