ASOCIACIÓN DE GLAUCOMA PARA AFECTADOS Y FAMILIARES
MADRID 8 out. (EUROPA PRESS) -
Por ocasião do Dia Mundial da Visão, que é comemorado nesta quinta-feira, a Associação de Pessoas Afetadas pelo Glaucoma e seus Familiares (AGAF) pediu que a doença seja reconhecida como neurodegenerativa e que sejam promovidos novos caminhos de pesquisa para encontrar tratamentos mais eficazes ou capazes de prevenir o desenvolvimento dessa patologia visual.
"Se o glaucoma for reconhecido como uma doença neurodegenerativa, a pesquisa dará uma guinada decisiva. Ela não se limitaria a deter o avanço da patologia, mas também seria orientada para descobrir por que o nervo óptico se degenera, abrindo a porta para tratamentos mais eficazes, melhores soluções e novas formas de prevenir a degeneração neuronal", diz Joaquín Carratalá, presidente da AGAF.
A associação lembra que o glaucoma é atualmente uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo e afeta aproximadamente 2,6% da população, o que significa um milhão e trezentas mil pessoas na Espanha, especialmente em sua forma mais comum, o glaucoma de ângulo aberto. Apesar de seu impacto, ainda é uma doença silenciosa, pois em seus estágios iniciais não há sintomas óbvios.
"É por esse motivo que diferentes estudos indicam que aproximadamente metade das pessoas que sofrem de glaucoma não sabe disso. O problema é que, quando é detectado, muitas vezes já existe um dano significativo ao nervo óptico que não pode ser revertido de forma alguma", explicam.
A associação enfatiza que o reconhecimento significaria uma mudança de paradigma na pesquisa científica e na forma como a doença é abordada pelas políticas de saúde. Ela também lembra a importância de exames oftalmológicos regulares, especialmente após os 40 anos, quando o risco de desenvolver glaucoma aumenta.
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