ELENA NECHAEVA/ ISTOCK - Arquivo
MADRID 2 set. (EUROPA PRESS) -
A ginecologista Ingrid Pérez, especialista em menopausa, sexologia e ginecologia regenerativa do Hospital Universitário Vithas Madrid La Milagrosa, recomendou que não se normalize a secura, a irritação e a dor íntima durante a menopausa, pois elas podem ser um sinal da síndrome geniturinária da menopausa, uma condição tratável.
Pérez explicou que essa condição ocorre como resultado da falta de estrogênio, que pode ocorrer logo antes da menopausa, quando o período menstrual termina ou anos depois. "Ela geralmente começa com uma sensação de ressecamento e pode causar dor durante a relação sexual, desconforto vulvar espontâneo sem relação sexual, infecções urinárias repetidas e infecções vaginais, como a candidíase", explicou.
Como ela ressaltou, o verão pode agravar essas queixas, por isso ela insistiu que o retorno das férias pode ser um bom momento para consultar um especialista, receber um diagnóstico e iniciar o tratamento correspondente.
A esse respeito, ela comentou que os ginecologistas começam prescrevendo cremes e tratamento tópico com estrogênios. Quando isso não for suficiente, for contraindicado ou for necessário algo mais confortável, pode-se usar o tratamento a laser, que melhora todos os aspectos, inclusive a sexualidade, e pode ser combinado com outros, como ácido hialurônico ou plasma rico em plaquetas.
"Por meio deles, gera-se uma agressão ao tecido que o obriga a trabalhar e produzir colágeno e fibroblastos para que seja mais elástico, produza mais fluxo e seja mais espesso", explicou o médico sobre esses procedimentos de ginecologia regenerativa, aos quais devem ser acrescentadas mudanças no estilo de vida, como uma dieta saudável, deixar de fumar e fazer exercícios.
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