Publicado 26/01/2026 07:55

GEPAC e Farmaindustria assinam acordo para pesquisa e inovação em tratamentos oncológicos

A presidente da GEPAC, Begoña Barragán, e a presidente da Farmaindustria, Fina Lladós.
LUIS CAMACHO

MADRID 26 jan. (EUROPA PRESS) - O Grupo Espanhol de Pacientes com Câncer (GEPAC) e a Associação Nacional Empresarial da Indústria Farmacêutica (Farmaindustria) assinaram um Acordo-Quadro de Colaboração para reforçar a cooperação entre ambas as entidades com o objetivo de promover iniciativas que contribuam para melhorar o conhecimento, a formação e a visibilidade do movimento associativo de pacientes oncológicos na Espanha, impulsionar a pesquisa e o desenvolvimento de novos medicamentos e o acesso a novos tratamentos para o câncer. Este acordo, com vigência inicial de um ano, foi assinado pela presidente do GEPAC, Begoña Barragán, e pela presidente da Farmaindustria, Fina Lladós, que destacaram “a importância de estreitar a colaboração entre organizações de pacientes e a indústria farmacêutica para avançar em áreas-chave como a pesquisa biomédica, os ensaios clínicos, a medição de resultados em saúde, a informação sobre o acesso à inovação terapêutica e a divulgação sobre doenças oncológicas”.

Ambas as entidades se comprometeram a promover atividades que “favoreçam o empoderamento do paciente com câncer, bem como a elaboração conjunta de relatórios ou estudos sobre aspectos essenciais da oncologia e seus tratamentos”.

Barragán destacou que este acordo representa um passo importante “para continuar avançando em direção a um modelo no qual os pacientes com câncer e suas organizações estejam integrados de forma real e estruturada nos processos de pesquisa, acesso à inovação e avaliação de resultados em saúde”. Além disso, ele detalhou que a colaboração com a indústria farmacêutica deve ser tratada com “transparência e respeito mútuo”, para garantir que a inovação “chegue mais cedo, melhor e de forma mais equitativa àqueles que precisam dela”.

Por sua vez, LLadós sublinhou que este tipo de colaborações é “fundamental para avançar para um sistema de saúde mais participativo, centrado no valor e nos resultados que importam aos pacientes”.

As organizações de pacientes oncológicos vêm reivindicando há anos um papel mais ativo nas decisões que os afetam, e as empresas farmacêuticas reconhecem o valor que elas “contribuem em todo o processo de pesquisa, desenvolvimento e chegada ao mercado de novos tratamentos”, para poder atender a todas as necessidades reais que têm. “Quero destacar também o firme compromisso da indústria farmacêutica com a pesquisa em câncer. E esse trabalho já não está sendo feito apenas para os pacientes, mas cada vez mais com os pacientes”, concluiu a presidente da Farmaindustria.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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