Publicado 17/09/2026 14:32

García volta a negar que haja um colapso em Ceuta, afirmando que, a cada dia, são internados apenas 2,5 pacientes a mais do que no a

Archivo - Arquivo - A ministra da Saúde, Mónica García, durante uma coletiva de imprensa para informar sobre as medidas de gestão pública adotadas, em 22 de julho de 2026, em Madri (Espanha). Mónica García comparece perante a imprensa após presidir a
Gustavo Valiente - Europa Press - Arquivo

MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, negou mais uma vez a existência de um colapso no sistema de saúde em Ceuta, afirmando que “estão sendo internados 2,5 pacientes a mais por dia do que no ano passado” nesta mesma época, algo que — insistiu ela — “não é um quadro de colapso”.

“Vocês sabem onde há dados que mostram colapso? No Hospital da Paz, em Madri”, indicou ela, ao mesmo tempo em que expôs que, no centro da capital, há “pessoas esperando nos corredores, pacientes que não estão sendo atendidos, pacientes que não podem ser internados”. “Isso não aconteceu no Hospital de Ceuta”, explicou nesta quinta-feira, em sua segunda visita à cidade autônoma.

Nesse sentido, ele ressaltou que “não há um único dado que comprove o colapso do sistema de saúde”, embora tenha reconhecido a existência de “tensão”. “Obviamente, nem todos os setores sofreram da mesma forma”, e é que, dos 34 existentes, “quatro sofreram maior tensão”, que são “Pronto-Socorro, Medicina Interna, Pediatria e Medicina Preventiva”, destacou, acrescentando que “não houve nenhuma suspensão de nenhuma sala de cirurgia, nem suspensão de qualquer atendimento, nem suspensão das consultas”.

Assim, no local, García fez um balanço da situação atual: “tivemos 11 casos confirmados de varicela; todos, obviamente, foram encaminhados para atendimento médico e estão em tratamento; oito casos confirmados de tuberculose, três novos somados aos cinco que já conhecíamos — dois deles estão internados e um é um caso suspeito—”.

HÁ 10 PACIENTES MIGRANTES NO HOSPITAL DE CEUTÍ

“Continuamos com o hospital com uma ocupação de 53%” e “mais ou menos os mesmos números de atendimento tanto no pronto-socorro quanto nos circuitos de saúde da Atenção Primária”, explicou ele, acrescentando que há 10 pacientes migrantes internados no centro hospitalar. Com isso, o Serviço de Emergência foi reforçado com mais três profissionais.

“Os dados que apresentei não se referem a uma população que chegue com doenças além daquelas que, obviamente, já sabemos que temos aqui”, afirmou a esse respeito, após o que garantiu que a repetição de mensagens contra a população migrante “não ajuda em nada a controlar a situação”.

Por outro lado, ele afirmou ter conversado com os profissionais do hospital — aos quais expôs a capacidade de resposta do Instituto Nacional de Gestão Sanitária (INGESA) —, bem como com membros da Cruz Vermelha para acompanhar como está se desenvolvendo o processo de vacinação.

Para concluir, ele afirmou que “foram entregues cerca de 300 cartões de saúde a todas essas crianças que têm direito à assistência médica, entre outras coisas, porque a tutela é da cidade de Ceuta”. “Os demais estão protegidos por uma maravilhosa lei de universalidade que temos em nosso país, que oferece cobertura e assistência a todas as pessoas, independentemente de onde venham”, enfatizou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado