Publicado 07/05/2026 10:08

García considera “produtiva” a reunião com Clavijo e garante que não perderão tempo com “ruído político”

Archivo - Arquivo - A ministra da Saúde, Mónica García, e o ministro da Política Territorial e da Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, mantiveram hoje uma reunião informativa com o presidente das Ilhas Canárias, Fernando Clavijo, na sede do Ministéri
B THEVENIN/ MINISTERIO DE SANIDAD - Arquivo

MADRID 7 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, que garantiu que “não perderão um minuto com o barulho político”, classificou como “produtiva” a reunião com Fernando Clavijo, presidente do Governo das Canárias, com quem compartilha o “objetivo de proteger a população”, mantendo em todo momento a “máxima coordenação” entre o Governo da Espanha e o Governo das Canárias.

No encontro, do qual também participou o ministro de Política Territorial e Memória Democrática, Ángel Víctor Torres, foram analisados os protocolos a serem seguidos com os passageiros do “MV Hondius” que desembarcarão nas Ilhas Canárias, para seu controle e posterior transferência para Madri, no caso dos 14 espanhóis, e para seus países de origem, no caso do restante da tripulação.

"Tivemos uma reunião produtiva com o presidente das Canárias, Fernando Clavijo. Transmitimos a ele a necessidade de agir com base na responsabilidade institucional. Em uma situação de saúde pública como esta, a coordenação e a confiança entre instituições fazem parte da resposta sanitária”, destacou a ministra na rede social ‘x’.

E, continua ela, “o objetivo comum é proteger a população e garantir a assistência adequada aos passageiros, mantendo em todo momento a máxima coordenação entre o Governo da Espanha e o Governo das Canárias”.

"Não vamos perder nem um minuto com o barulho político", acrescentou García, que alertou que o Governo continuará "trabalhando com critérios técnicos, coordenando-nos entre as administrações, transmitindo informações comprovadas à população e protegendo a saúde pública com todas as garantias".

Durante a reunião, foi informado que o navio permanecerá ancorado, sem atracar no porto, e que sua permanência em águas das Canárias será a “mínima indispensável” do ponto de vista sanitário e logístico, tal como estava previsto desde o início e conforme estabelecem os protocolos. A opção de o navio ficar ancorado à sua chegada ao Porto de Granadilla (Tenerife) já estava prevista, “por diferentes razões”, assinalam as autoridades de Saúde, entre as quais as próprias características técnicas do porto, que não está preparado para o desembarque de pessoas.

Além disso, explica a ministra no 'X', os passageiros serão avaliados dentro do próprio navio e só desembarcarão para seu transporte ou repatriação com equipamentos de proteção. A esse respeito, durante a reunião foi informado ao presidente das Canárias que os 147 passageiros que já se dirigem às Canárias vindos de Cabo Verde permanecem assintomáticos.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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