MADRID 27 jan. (EUROPA PRESS) - A GAES apresentou nesta terça-feira um novo comercial de televisão focado na conscientização e adaptação da saúde auditiva, que coloca o acompanhamento do paciente e o papel da família em primeiro plano diante da desconexão social que essas pessoas podem sofrer.
Esta iniciativa, chamada “The special test Rooms”, tem um enfoque emocional que reflete a relação das pessoas com problemas auditivos com seus netos, filhos ou qualquer familiar. Todos são pacientes reais que reagem imediatamente à melhora auditiva, mostrando o “efeito wow”, que é o momento em que “voltar a ouvir bem” permite reconectar-se com as pessoas e com “as emoções do dia a dia”.
A GAES comentou que a saúde auditiva é um tema muito pouco discutido na sociedade e que, em muitas ocasiões, passa despercebido que “ouvir bem é viver melhor”. A empresa garante que o médico e o otorrinolaringologista são os que ajudam os pacientes, mas que os familiares são os que acompanham essas pessoas.
Esta nova estratégia conta com dois anúncios publicitários em que diferentes pessoas experimentam os 'Ampli-Minis', os novos aparelhos auditivos quase invisíveis, com os quais podem voltar a ouvir. Os participantes que aparecem na campanha não sabiam que iriam participar dela: “Eu ouço, mas não entendo bem”; “sempre precisam repetir as coisas para mim”; ou “o que sinto falta é a conexão com as pessoas”, foram alguns dos seus depoimentos antes de experimentar os aparelhos auditivos.
O evento contou com a participação do cineasta e humorista José Corbacho, que contou sua experiência pessoal desde que começou a perder parte da audição. No seu caso, ele percebeu esse problema ao não conseguir ouvir certas coisas nas conversas ou quando começou a “aumentar o volume da TV em casa” e as pessoas ao seu redor “acabaram percebendo”.
Dessa forma, ele visibilizou uma realidade que afeta mais de 12,3% da população adulta na Espanha; no entanto, apenas 39% das pessoas com perda auditiva utilizam aparelhos auditivos. UM PROBLEMA MINIMIZADO O humorista falou sobre o “medo de se isolar”. “Você começa a não entender as coisas”, afirmou, lembrando que essa situação o levava a pedir que repetissem as conversas, uma situação incômoda que o levava a se isolar. Além disso, ele comparou os problemas de audição com os de visão; “quando alguém tem um problema de visão, vai ao oftalmologista e coloca óculos”, o que não ocorre de forma tão natural com a audição e os aparelhos auditivos.
A empresa valorizou o papel dos audioprotésicos, que são “profissionais que oferecem conhecimento, proximidade e atenção personalizada, não apenas a nível técnico, mas também a nível humano”. Também enfatizaram a importância do acompanhamento profissional, com especialistas e protocolos que possam orientar os pacientes. Desta forma, cada paciente pode satisfazer as suas necessidades e é gerado um apoio quando ainda “não se percebe uma necessidade evidente”. Da mesma forma, a GAES explicou que o tempo de decisão, o tempo entre o momento em que se percebem os primeiros sintomas e o momento em que se decide agir, é muito longo. “Não adaptar uma perda pode acentuar as consequências”, continuou a audioprotésica da GAES, Esther Zaballos. Entre esses primeiros sintomas aparecem as dificuldades para compreender conversas, a necessidade de aumentar o volume da televisão ou de qualquer outro dispositivo eletrônico ou a presença de zumbidos ou apitos nos ouvidos.
“A orientação de um audioprotesista não é apenas para aqueles que já sabem que têm um problema auditivo, mas também para aqueles que começam a notar pequenas mudanças ou simplesmente querem cuidar de si mesmos”, destacou o diretor de marketing da GAES, Carlos García Trillo. De fato, 96% dos usuários afirmam que os aparelhos auditivos melhoram a qualidade de vida. Corbacho detalhou que ficou surpreso com “a quantidade de coisas que não ouvia”. “Durante muito tempo, não só tinha deixado de ouvir, como também tinha deixado de compreender, e isso vai-nos desconectando pouco a pouco do nosso ambiente e da nossa vida. Voltar a ouvir tem sido incrível, como voltar a conectar-me ao mundo, às conversas e às pessoas”, concluiu José Corbacho.
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