FUNDACIÓN DIEGO GONZÁLEZ RIVAS
MADRID, 16 abr. (EUROPA PRESS) -
A Fundação Diego González Rivas realizou uma missão em Monróvia (Libéria), na qual a equipe médica realizou três pneumonectomias devido a pulmões destruídos, uma lobectomia por aspergiloma e três intervenções adicionais, além de ministrar cursos de treinamento para os profissionais da região.
Todas as intervenções foram realizadas mediante a técnica Uniportal VATS — uma incisão de apenas dois a três centímetros — na única unidade cirúrgica móvel do mundo capaz de realizar cirurgia torácica minimamente invasiva.
Nenhuma dessas operações havia sido realizada antes na Libéria. “Agora, sete pessoas carregam em seus corpos a prova de que o acesso à medicina de ponta não deveria depender do lugar onde se nasceu”, afirmam na Fundação.
Ao lado do Dr. Diego González Rivas, operaram Tom Gresnigt, cirurgião torácico holandês que vivia assim sua primeira missão como especialista, e Usam Unami, cirurgião torácico líbio formado na Alemanha. A anestesia ficou a cargo de Radu Podaru, e o apoio de anestesia local foi fornecido por Bovia, que veio de Casablanca (Marrocos). A equipe de enfermagem foi formada por Lorena e Silvia, que também enfrentavam sua primeira missão com a Fundação.
Em terra, os três engenheiros do CIFP As Mercedes de Lugo — Víctor, Alberto e Leticia — mantiveram a unidade operacional durante cada um dos dias.
A missão na Libéria foi financiada com a arrecadação obtida em um jantar beneficente realizado em Vigo em dezembro de 2025. Além disso, o Hospital Ruber Internacional doou material cirúrgico essencial. A DemeTECH Corporation contribuiu com suturas e apoio financeiro direto. Já os técnicos do CIFP As Mercedes de Lugo também participaram de cada cirurgia, à distância e no local.
“O trabalho de todos foi incrível, parabéns, foi um sucesso retumbante”, concluiu o presidente da Fundação Diego González Rivas, Diego González Rivas.
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