Publicado 23/05/2025 07:30

A Fundação Atlético de Madrid se une à campanha 'Jogue para marcar um gol #GolAlaEpilepsia'.

A Fundação Atlético de Madri apresenta a campanha 'Jogue para marcar um gol #GolAlaEpilepsia'.
FUNDACIÓN ATLÉTICO DE MADRID

MADRID 23 maio (EUROPA PRESS) -

A Federação Espanhola de Epilepsia (FEDE), em colaboração com a Fundación Atlético de Madrid, a Sociedade Espanhola de Epilepsia e a UCB Pharma, está organizando a campanha "Jugadas para marcar un #GolAlaEpilepsia", que tem como objetivo conscientizar sobre os estigmas sociais enfrentados diariamente por crianças que vivem com epilepsia, a falta de informação e conscientização sobre essa doença e o apoio à pesquisa de tratamentos inovadores.

A campanha destaca a importância do diagnóstico precoce, já que um em cada cinco casos de epilepsia começa na infância. O diagnóstico e o tratamento precoces "podem melhorar significativamente a qualidade de vida dessas crianças". No entanto, em alguns casos, os pacientes esperam de 15 a 18 anos para serem encaminhados a centros especializados.

Além disso, a iniciativa está comprometida com a pesquisa de tratamentos inovadores como um de seus principais objetivos. Um exemplo disso é a pesquisa sobre terapia genética para formas raras de epilepsia, como as síndromes STXBP1 e CDKL5, em que a substituição de genes "pode oferecer aos pacientes uma melhora considerável" na qualidade de vida para reduzir o impacto das doenças.

Essa campanha busca aumentar a conscientização por meio do futebol, usando o esporte como uma metáfora para aumentar a conscientização sobre a epilepsia. Nessa linha, a embaixadora da Fundação Atlético de Madri, Carla Pereyra, destacou que no futebol, como na epilepsia, como na vida, "há muitos momentos, de tensão, de desafio, de parar, de aprender e não desistir; de acompanhar o outro e se deixar acompanhar". E para seguir em frente, "é preciso ter uma estratégia compartilhada, como uma equipe, nunca sozinho". No futebol, assim como na epilepsia, "não é um jogo de um, é um jogo de todos, e se pensarmos em vencer, faremos isso juntos".

Por outro lado, seguindo essa metáfora, o presidente da Sociedade Espanhola de Epilepsia (SEEP) e neurologista do Hospital Fundação Jiménez Díaz, José Serratosa, destacou que é preciso construir "uma defesa liderada pelo trabalho em equipe" entre sociedades científicas, associações de pacientes e a população em geral. E, junto com essa defesa, "seus precursores devem ser" a pesquisa clínica, com o objetivo de buscar novos tratamentos e formas de diagnóstico, e as unidades de epilepsia, capazes de oferecer atenção personalizada às necessidades dos pacientes.

A presidente da FEDE, Elvira Vacas, explicou que essa campanha "não é um gesto simbólico: é um movimento estratégico para avançar em direção a uma sociedade mais justa, mais informada e mais empática, porque mudar as regras do jogo é possível, e nós estamos fazendo isso".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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