MADRID, 22 jun. (Portaltic/EP) -
As tensões geopolíticas e a rápida evolução da inteligência artificial (IA) estão redefinindo os modelos de negócios, que não podem mais se limitar a reagir a mudanças específicas, mas devem impulsionar uma transformação integral que permita às empresas prosperar em meio à incerteza, uma abordagem que a Fujitsu denomina “transformação dinâmica” e que coloca as tecnologias emergentes no centro dessa transformação.
A competitividade das organizações depende de sua capacidade de desenvolver ciclos contínuos de formulação de hipóteses, experimentação, aprendizado e adaptação, independentemente dos resultados obtidos.
Manter esse processo de teste e aprendizagem de forma constante permite que as empresas questionem, redefinam e reconstruam suas estratégias, modelos de negócios e processos de maneira contínua.
A Fujitsu denomina essa abordagem de “transformação dinâmica” e a contrapõe aos modelos empresariais tradicionais, baseados na reação a mudanças específicas, que estão perdendo relevância em um momento como o atual, dominado pela incerteza.
Essa incerteza se deve ao aumento das tensões geopolíticas, que estão obrigando a tomar decisões rápidas sobre a reconfiguração das cadeias de suprimentos ou a gestão das limitações de recursos e energia; e à rápida evolução da IA, que está transformando as formas de trabalho e até mesmo a própria estrutura das organizações.
A Fujitsu destaca a necessidade de impulsionar uma transformação integral, desde a direção até as equipes operacionais, que garanta a viabilidade e a resiliência da organização em ambientes de volatilidade permanente, conforme consta nas conclusões do relatório “Fujitsu Technology and Service Vision 2026”.
Aproveitando o potencial da colaboração entre pessoas e inteligência artificial, bem como os avanços tecnológicos e a convergência de diferentes tecnologias, as empresas podem promover ações concretas que posicionem as tecnologias emergentes como motor da transformação, alcançando uma transformação dinâmica.
Essa abordagem está alinhada com as características comuns às empresas que obtêm melhores resultados, conforme relatado no relatório, nas quais se destacam uma estratégia empresarial que coloca a IA no centro dos negócios, equipes capazes de maximizar o potencial da IA em todas as áreas da organização, uma infraestrutura tecnológica que acelera a evolução empresarial e medidas de segurança preparadas para responder aos desafios que a evolução da IA apresentará no futuro.
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