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MADRID 22 dez. (EUROPA PRESS) -
O Fórum de Médicos de Atenção Primária (PC) avaliou positivamente o Manual de Avaliação e Monitoramento do Plano de Ação de Atenção Primária e Comunitária 2025-2027, embora tenha expressado sua preocupação com a "escassa participação direta" do Grupo de Trabalho Técnico de Atenção Primária na definição da estratégia, um grupo que inclui sociedades científicas e associações de pacientes.
O Fórum esperava poder acessar as informações enviadas pelas comunidades autônomas e contribuir ativamente com propostas de melhoria. No final, porém, essas informações só serão disponibilizadas no âmbito da revisão anual.
Essa foi a opinião do Fórum, que analisou a aprovação do Manual de Avaliação e Monitoramento do Plano de Ação de Atenção Primária e Comunitária 2025-2027, ratificado na última sexta-feira, 12 de dezembro, no Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde (CISNS), um órgão que inclui o Ministério da Saúde e as comunidades autônomas.
Assim, por exemplo, os resultados correspondentes a 2025 serão conhecidos antes de março de 2026, quando será aprovado e tornado público o grau de cumprimento das diferentes avaliações e ações do Plano. "Esse procedimento limita a possibilidade de as sociedades científicas poderem levantar dúvidas, observações ou nuances sobre os dados fornecidos pelas comunidades autônomas ou pelo próprio Ministério, apesar de seu conhecimento direto da realidade da atenção primária na Espanha como um todo", explicam.
Para o Fórum, a aprovação deste Manual de Avaliação, em continuidade com o Plano de Ação aprovado no ano anterior, é, em princípio, um "passo positivo" para melhorar a Atenção Primária na Espanha. No entanto, o Fórum de Médicos da PC adverte que o modelo finalmente aprovado pode gerar certas dificuldades e, portanto, considera necessário realizar um monitoramento crítico e contínuo de seu desenvolvimento e implementação.
O objetivo do Manual é avaliar o grau de cumprimento do Plano de Ação por meio de uma série de indicadores que serão compilados principalmente pelas Secretarias de Saúde das diferentes comunidades autônomas e, posteriormente, apresentados ao Ministério da Saúde.
Nesse sentido, o Fórum enfatiza a importância não apenas da coleta de dados, mas também da análise posterior e repetida dos dados, já que, em sua opinião, uma interpretação inadequada das informações enviadas poderia levar a respostas errôneas na implementação do Plano de Ação.
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