SECRETARÍA DE SEGURIDAD DE SINALOA, MÉXICO
MADRID 30 mar. (EUROPA PRESS) -
As forças de segurança mexicanas informaram que, durante 2024 e até agora em 2025, desarmaram um total de 6.619 câmeras instaladas por organizações criminosas, principalmente em vias públicas, mas também em casas particulares, lojas e mercados.
Essas "câmeras parasitas" desativadas em mais de 75 municípios de 21 estados do país eram usadas para monitorar autoridades, vigiar grupos rivais e coordenar atividades, de acordo com dados oficiais coletados pelo jornal 'El Universal'.
Nos últimos meses, houve um aumento no número dessas instalações, que são desmontadas principalmente pelo exército mexicano, pela Guarda Nacional e pela marinha.
Em Culiacán, no estado de Sinaloa, um centro de monitoramento clandestino foi descoberto em 19 de fevereiro, o que levou à remoção de 1.530 câmeras em espaços públicos e equipamentos urbanos, a maioria localizada nos municípios de Culiacán, Mazatlán e Navolato.
As câmeras usadas são modelos PTZ sem fio, panorâmicas, com inclinação e zoom, além de equipamentos fixos sem fio que custam entre 200 e 800 pesos (9 a 36 euros).
Em Guanajuato, cerca de 1.400 câmeras foram removidas somente no município de Celaya. A presença desses dispositivos também foi relatada em Irapuato e León, mas não foram informados os números.
No estado de San Luis Potosí, as autoridades desativaram pelo menos 400 câmeras nos municípios de Moctezuma, Matehuala, Venado, Tamasopo e na própria capital. O governo estadual está preparando uma lei para criminalizar o "halconeo digital".
Em Guerrero, nesta semana, a Guarda Nacional e o exército removeram 21 câmeras clandestinas dentro do mercado central Baltazar R. Leyva Mancilla Mancilla, em Chilpancingo, onde dois funcionários de um açougue e um policial auxiliar que vigiava o proprietário de uma loja foram mortos nos últimos dias. As câmeras também foram removidas em Jalisco (114), Baja California (670) ou Acapulco (109).
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