FUERZAS ARMADAS DE MALDIVAS
MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -
As Forças Armadas das Maldivas informaram nesta segunda-feira que localizaram os corpos dos quatro turistas italianos que se afogaram na última quinta-feira durante um acidente de mergulho em uma caverna submarina.
“Os corpos dos quatro mergulhadores desaparecidos foram localizados dentro da caverna do atol de Vaavu em uma operação conjunta de busca e resgate das Forças Armadas, da Polícia e de especialistas enviados pelo Governo italiano”, informou o órgão militar das Maldivas. Os especialistas enviados por Roma são uma equipe de mergulhadores profissionais finlandeses e mergulhadores de duas empresas de mergulho das Maldivas.
O comunicado explica que, nos próximos dias, serão realizadas novas imersões para recuperar os corpos, uma tarefa delicada que já custou a vida a um mergulhador, o sargento da Guarda Costeira das Maldivas Mohamed Mahudhy, falecido no sábado.
O grupo era composto por cinco pessoas — a quinta vítima já havia sido recuperada — e entre elas havia um biólogo marinho e um instrutor de mergulho. Eles exploravam um sistema de cavernas com múltiplas câmaras conectadas por passagens estreitas a uma profundidade de cerca de 50 metros.
No entanto, as autoridades das Maldivas e da Itália continuam investigando se o grupo contava apenas com autorização para mergulhar a 30 metros de profundidade, o limite máximo do mergulho recreativo nas Maldivas. Profundidades superiores a 40 metros são consideradas mergulho técnico, sendo obrigatória a formação e a posse de equipamentos especializados. O mergulho a 50 metros excede a profundidade máxima recomendada para mergulhadores recreativos pela maioria das agências certificadoras.
As vítimas fatais foram identificadas como Monica Montefalcone, professora associada de ecologia na Universidade de Gênova; sua filha, Giorgia Sommacal; o biólogo marinho Federico Gualtieri; a pesquisadora Muriel Oddenino e o instrutor de mergulho Gianluca Benedetti, cujo corpo foi recuperado na mesma quinta-feira.
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