MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
A Aliança da Indústria Farmacêutica realizou nesta quarta-feira sua primeira reunião, que serviu para constituir esse órgão destinado a atuar como um espaço de diálogo permanente e coordenação entre ministérios e agentes públicos e privados envolvidos na política farmacêutica.
A ministra da Saúde, Mónica García, presidiu à constituição da Aliança, que tem sua origem na Estratégia da Indústria Farmacêutica 2024-2028, aprovada pelo Conselho de Ministros em dezembro de 2024, com o objetivo de fortalecer o setor, garantir acesso equitativo aos medicamentos, fomentar a inovação e assegurar a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde (SNS) e a autonomia estratégica.
Nesse contexto, o Ministério da Saúde explicou que a Aliança facilitará um diálogo estável entre a Administração, as comunidades autônomas, representantes do setor farmacêutico, profissionais de saúde e organizações de pacientes, contribuindo com uma visão integral para avançar em direção a decisões mais informadas, coerentes e alinhadas com as necessidades do conjunto do sistema de saúde no que diz respeito à política farmacêutica.
Dessa forma, dará resposta à necessidade de enfrentar conjuntamente desafios como a incorporação da inovação terapêutica, a sustentabilidade financeira ou a equidade no acesso aos medicamentos. Para isso, impulsionará o intercâmbio de conhecimento, a identificação de prioridades compartilhadas e o desenvolvimento de propostas que contribuam para melhorar a qualidade e a eficiência das decisões públicas.
Além disso, este novo espaço permitirá reforçar a transparência nos processos de tomada de decisão, promovendo critérios claros, avaliáveis e compartilhados entre os diferentes atores, e favorecendo uma maior confiança no funcionamento do sistema.
O desenvolvimento da Aliança foi impulsionado por um grupo de trabalho interministerial e se consolidou após um processo de diálogo institucional que incluiu encontros de alto nível com os principais representantes da indústria. Ela está alinhada com outras políticas estratégicas, como o PERTE para a Saúde de Vanguarda.
O Ministério da Saúde destacou que a constituição da Aliança permite ao departamento avançar em seu “compromisso” com um modelo de governança mais aberto, participativo e orientado para resultados, que permita fortalecer a coesão do SNS e garantir uma resposta eficaz aos desafios presentes e futuros na área farmacêutica.
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