Europa Press/Contacto/Luis Santana
MADRID 3 set. (EUROPA PRESS) -
O diretor de saúde pública do estado da Flórida, Joseph Ladapo, anunciou na quarta-feira que trabalhará para acabar com as vacinas obrigatórias nas escolas e comparou as vacinas obrigatórias à escravidão.
"Quem sou eu, como governo, ou qualquer outra pessoa, para dizer a alguém o que você deve colocar em seu corpo?", disse Ladapo de Valrico, sob aplausos, ao anunciar a medida.
Ele disse que não tinha o "direito" de tomar essa decisão. "Seu corpo é um presente de Deus", disse ele, acrescentando que o crescente ceticismo em relação às vacinas é "um reflexo da luz de Deus contra a escuridão da tirania e da opressão".
O governador do estado, Ron DeSantis, anunciou a criação de uma comissão estadual chamada 'Make America Healthy Again' para promover a liberdade de escolha em questões de saúde. A medida polêmica faria da Flórida o primeiro estado dos EUA a acabar com as exigências de vacinação.
As vacinas que protegem contra doenças como sarampo, catapora, hepatite B, difteria, tétano e coqueluche, entre outras, são obrigatórias na Flórida há décadas para creches e escolas, embora os pais possam se opor à exigência por motivos religiosos.
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