Publicado 14/03/2025 08:33

Fernando Simón não descarta a possibilidade de se candidatar à presidência da Agência Estadual de Saúde Pública.

A Ministra da Saúde, Mónica García, e o Diretor do Centro de Coordenação de Alertas e Emergências de Saúde do Ministério da Saúde (CCAES), Fernando Simón, mantêm um diálogo no evento: "5 anos depois: memória, aprendizado e o futuro da assistência médica".
Alberto Ortega - Europa Press

MADRID 14 mar. (EUROPA PRESS) -

O diretor do Centro de Coordenação de Emergências e Alertas Sanitários (CCAES), Fernando Simón, disse na sexta-feira que ainda não sabe se vai se candidatar ao cargo de diretor da futura Agência Estatal de Saúde Pública até que "veja os documentos", ao mesmo tempo em que reconheceu que "nunca" assumiria o cargo se a posição for "escolhida a dedo".

"A agência tem que ter, além de um nível técnico científico máximo, muita credibilidade. Credibilidade não se consegue escolhendo as pessoas a dedo. Credibilidade não se consegue fazendo com que o diretor seja fulano ou sicrano como pagamento por amizade ou por qualquer motivo pessoal", disse Simón.

Foi o que disse o diretor do CCAES no evento '5 anos depois: memória, aprendizado e futuro da COVID-19', no qual dialogou com a ministra da Saúde, Mónica García, sobre a situação que surgiu com a chegada da pandemia.

Quando perguntado sobre sua candidatura para chefiar a futura Agência, Simón apontou que ainda não viu os documentos para chefiar o órgão, embora tenha insistido que a direção da agência deve ser decidida "por meio de um processo competitivo".

Por sua vez, a Ministra da Saúde, Mónica García, indicou que Fernando Simón poderia estar à frente da Agência. "Em termos de profissionalismo, evidência científica, rigor e vocação para o serviço público, você poderia estar mais uma vez à frente, Fernando", disse García.

(A SER AMPLIADO)

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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