Publicado 25/09/2025 05:03

A FEFE pede um papel mais ativo na nova Lei de Medicamentos para descongestionar a atenção primária

Archivo - Arquivo - Luis de Palacio.
FEFE - Arquivo

MADRID 25 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Federação Espanhola de Farmácia (FEFE), Luis de Palacio, defendeu em declarações à Europa Press Televisión a necessidade de que a nova Lei de Medicamentos "incorpore um papel mais profissional para os farmacêuticos" que lhes permita colaborar mais ativamente no sistema de saúde.

De Palacio explicou que uma das principais demandas do setor é "não continuar sendo um mero distribuidor de medicamentos" e poder contribuir para descongestionar a atenção primária. "Queremos colaborar de forma mais integrada com a atenção primária e até mesmo com a saúde pública", disse.

O representante da FEFE avaliou positivamente alguns aspectos do projeto de lei, como a incorporação da comunicação digital entre farmacêuticos e médicos, embora tenha acrescentado que "ainda estamos esperando para ver como será o texto final". Ele enfatizou particularmente a importância de tornar os mecanismos de precificação de medicamentos mais flexíveis para evitar a escassez.

Entre suas propostas, ele sugeriu que os farmacêuticos deveriam poder participar de campanhas de vacinação, atender a sintomas menores e ajudar a reduzir a carga burocrática do sistema de saúde. "Queremos que os farmacêuticos se concentrem na prática e não no preenchimento de formulários", enfatizou.

Luis de Palacio concluiu defendendo a "versatilidade" da profissão farmacêutica, destacando que a Espanha é um dos países com mais farmácias por habitante na OCDE, e expressou sua confiança de que a nova legislação "prevê novas realidades" no setor.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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