MADRID 7 out. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Federação Espanhola de Farmacêuticos (FEFE), Luis de Palacio, durante a inauguração do 'FEFE One Day', pediu prescrições eletrônicas obrigatórias, a reforma do sistema de margens e menos carga de trabalho para garantir a viabilidade da farmácia comunitária.
Em seu discurso de abertura, ele pediu a obrigatoriedade da receita eletrônica para os prescritores e a ativação imediata do SNS Farma Node para generalizar os preços notificados e abolir o cupom-preço, um gesto que, segundo ele, evitaria custos de mais de 40 milhões de euros por ano.
Também solicitou a reforma do sistema de preços de referência, a revogação dos cortes nas margens financiadas e a fixação de um piso de 1 euro de margem por medicamento com atualização automática pelo IPC, juntamente com um alívio da pressão trabalhista e fiscal que, segundo a FEFE, penaliza as farmácias.
"Contribuímos com 11.000 milhões desde 2000 para o Sistema Nacional de Saúde (SNS); é tempo de digitalizar, reduzir a burocracia e tornar o modelo sustentável", resumiu.
A FEFE propõe aproveitar as receitas eletrônicas para formalizar as competências do farmacêutico na área da saúde - substituição em casos de falta ou erro de prescrição, intervenção em sintomas menores e emergências, registro digital como livro de receitas e participação na vacinação - e estender a todo o país a dispensa colaborativa de medicamentos em ambulatório e a dispensa hospitalar, já testada em várias comunidades, com o potencial de evitar 11,6 milhões de visitas hospitalares e recuperar 652 milhões em produtividade.
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